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Categoria : Destaque

Programa A Tarde É Show com Nani Venâncio

Virgínia é astróloga e taróloga do programa A Tarde É Show, com a apresentadora Nani Venâncio, na Rede Brasil de Televisão (www.rbtv.com.br). Todas as segundas feiras, à partir das 16h30, você pode acompanhar, ao vivo, o horóscopo da semana para os 12 signos!

astróloga e taróloga do programa A Tarde É Show com Nani Venâncio na Rede Brasil de Televisão Horóscopo semanal

Para saber mais sobre atendimentos com Astrologia, Tarô e outras técnicas, clique aqui!

Para assistir ao horóscopo mensal para o seu signo, clique aqui!

Para conferir as previsões semanais para o seu signo, clique aqui!

Curso de Formação em Baralho Cigano

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O Curso de Formação em Baralho Cigano (Lenormand) prepara o aluno para o uso desse tradicional oráculo com finalidades divinatórias ou para orientação pessoal. Habilitando o aluno para atuação profissional como oraculista, também é um excelente instrumento para quem está em busca de autoconhecimento e desenvolvimento da intuição.

Um dos principais diferenciais do curso é a oportunidade de estágio supervisionado antes da obtenção do certificado. Ou seja: ao concluir o curso, todos os alunos poderão prestar atendimentos como oraculistas e exercer atividades correlatas com proficiência.

O programa tem 5 (cinco) aulas, com duração de 2 horas cada uma, e inclui:

  • História e Origem
  • História do Baralho Cigano no Brasil (uso na Umbanda e outras tradições)
  • Simbologia Cigana
  • Diferenças entre Tarô e Baralho Cigano
  • Significados das Cartas
  • Métodos de Tiragem (Mandala Astrológica, Mesa Real e Ferradura, entre outros)
  • Preparação do Ambiente
  • Preparação Pessoal
  • Rituais e Consagração do Baralho

As aulas podem ser presenciais ou online, em grupo ou em formato individualizado. Para mais informações, entre em contato pelo telefone e WhatsApp (11) 99970-2260 ou pelo e-mail contato@virginiagaia.com.br 

 

Curso de Formação em Tarô

tarô tarot thoth curso de formação em Taro tarologa tarologo Virginia Gaia templo AyasofiaPara quem deseja conhecer melhor a arte da leitura de cartas para finalidades divinatórias ou de autoconhecimento, há o Curso de Formação em Tarô. O conteúdo é direcionado tanto para quem deseja utilizar o Tarô para o seu desenvolvimento pessoal como para aquele que quer atuar profissionalmente como tarólogo. Com duração de 2 meses e meio (são 10 encontros ao todo), a formação tem o diferencial de oferecer a oportunidade de um estágio supervisionado antes da obtenção do certificado.

Ser tarólogo requer conhecimento, técnica e uma formação multidisciplinar. Dominar o significado das 78 cartas do Tarô (os 22 Arcanos maiores e os 56 menores), bem como conhecer diferentes métodos de tiragem, representa apenas o ponto de partida para essa jornada, que também demanda o estudo de disciplinas correlatas como  Astrologia, Numerologia e Cabala. Confira os tópicos do conteúdo:

• A origem do Tarô: influências e hipóteses para o surgimento do conjunto de cartas

• A função do tarólogo

• O exercício da intuição

• Considerações sobre a escolha do baralho ou deck

• Tarô e Cabala: as cartas nas esferas e caminhos da Árvore da Vida

• Noções de Astrologia aplicadas ao universo do Tarô

• Os Arcanos Maiores: uma jornada de autodesenvolvimento

• Arcanos Menores: Naipes e Elementos

• As Cartas de Ás a Dez: os detalhes da história pessoal do consulente

• As Cartas da Corte: os agentes, personagens e personalidades do Tarô

• Métodos de Tiragem:

a) Métodos clássicos: três cartas, tiragem em cruz, ferradura, peladán, cruz celta, mandala astrológica, entre outras.

b) Criando os próprios métodos de tiragem

• Rituais: preparação pessoal, das cartas e do ambiente

As aulas podem ser presenciais ou online, em grupo ou em formato individualizado. Para mais informações, entre em contato pelo telefone e WhatsApp (11) 99970-2260 ou pelo e-mail contato@virginiagaia.com.br 

Aproveite e assista uma leitura de Tarô feita ao vivo para o programa A Tarde É Show com Nani Venâncio, na Rede Brasil de Televisão, clicando aqui!

Entrevista sobre Astrologia, Tarô e Tantra

Estou no blog do colunista social Daniel Oliveira contando um um pouco sobre o meu trabalho e a minha trajetória como Astróloga, Taróloga e Especialista em Tantra. Além de falar das bases filosóficas do Vama Marga Tantra e sua relação com técnicas esotéricas e holísticas, também contei um pouco sobre a minha participação na 21ª Erotika Fair e a aproximação do Caminho da Mão Esquerda  Tântrico junto ao mercado erótico e sensual.

Virginia Gaia Astrologa Tarologa e Especialista em Tantra

Para conferir a entrevista na íntegra, basta acessar ir a este link aqui!

Artigo: “A Astrologia como ferramenta de Individuação ou Iluminação Tântrica” no jornal O Legado

Neste mês de Agosto, o jornal O Legado traz mais um atigo de minha autoria.  O tema é o de como que a Astrologia pode ser uma ferramenta para a Iluminação ou, em outras palavras, para o processo de Individuação conforme definiu o psicoterapeuta Carl Jung.  O jornal O Legado é especializado no segmento holístico e um dos principais meios de comunicação para interessados no tema. Segue abaixo o texto na íntegra:

A Astrologia como ferramenta de Individuação ou Iluminação Tântrica

Nas tradições ligadas ao ocultismo, as vertentes relacionadas ao Vama Marga Tantra – o chamado Caminho da Mão Esquerda Tântrico – dão ênfase à descoberta da essência divina individual que se sobrepõe ao ego. Esse estágio de Iluminação, ou o Nirvana, aparece com diversos nomes nas variadas correntes tântricas o que, em última instância, pode ser comparado ao que o psicoterapeuta Carl Jung definiu como o processo de Individuação.

Jung era um confesso admirador da Astrologia e chegou a afirmar que “a Psicologia deve reconhecer a Astrologia, já que esta representa a súmula de todo o conhecimento psicológico da Antiguidade”. De acordo com o psicoterapeuta suíço, com o Processo de Individuação, o sujeito experimenta um autoconhecimento profundo, integrando não somente as sombras de seu Inconsciente Pessoal, como acessando o que chamou de Inconsciente Coletivo.

Em outra corrente de pensamento – paralela, porém longe de ser contraditória – os ocultistas adeptos do Vama Marga Tantra trabalham com o conceito de aniquilação do ego com o uso de meditações, rituais mágicos e ferramentas das chamadas Ciências Herméticas. Nessas tradições, o autoconhecimento vem por outras vias que não a da relação clássica definida pelo precursor da Psicanálise, Sigmund Freud, como processo terapêutico de cura pela palavra.

O Tantra é experiencial e místico e, nele, a Astrologia tem o papel de ajudar o ser tântrico a encontrar a sua essência individual. Aleister Crowley, o controverso ocultista inglês e talvez um dos mais populares propagadores do Caminho da Mão Esquerda Tântrico no Ocidente, costumava recomendar os estudos astrológicos como ferramenta para que o aspirante à Iluminação pudesse acessar mais facilmente o que ele definiu como Verdadeira Vontade. No sistema mágico criado por Crowley, a Verdadeira Vontade seria a essência máxima do indivíduo, uma autoconsciência profunda que o permitiria realizar-se magicamente no mundo.

A fascinação de Crowley pela Astrologia como ferramenta de autoconhecimento tântrico foi tão intensa que o fez desenvolver um dos maiores estudos sobre as correspondências entre posicionamentos astrológicos, a Cabala Hermética e a simbologia da Magia Sexual. A obra, denominada “777 and Other Qabalistic Writings” (ou “777 e Outros Escritos Cabalísticos”, na tradução livre ao Português), é considerada um dos mais completos estudos do ocultismo Ocidental. Tudo isso, claro, sem mencionar sua amizade próxima com o escritor português Fernando Pessoa, que além de suas magníficas obras literárias, também presenteou ao mundo com seu talento como astrólogo.

Nesse processo de autoconhecimento profundo, seja pela Individuação como conceituada na Psicologia ou pela Iluminação Tântrica, a Astrologia torna-se um recurso valioso no caminho para que o indivíduo consiga se libertar de fatores inconscientes condicionantes. Por meio da leitura do mapa astrológico natal e de suas previsões, pode-se identificar estados mentais aos quais o indivíduo estará sujeito, dando-se a orientação para que este possa fazer escolhas melhores, mais conscientes e em harmonia com sua essência.

Ou seja, em última instância, na visão ocultista do Caminho da Mão Esquerda Tântrico, a Astrologia daria ao mago mais recursos para este acessar a sua Verdadeira Vontade e seguir seu caminho em consonância com o seu Inconsciente. E a isso podemos também dar a nome de Processo de Individuação.

Mas seria a Individuação ou o conhecimento da Verdadeira Vontade algo semelhante à Iluminação? Se considerarmos a Iluminação como um processo de desenvolvimento de uma supraconsciência que permite o máximo controle mental, ao mesmo tempo em que acessa as dimensões mais sutis da existência, a resposta é sim.

É claro que existem diversos meios para a busca da Iluminação. A prática do Yoga, as diversas terapias alternativas, o estudo da filosofia, a meditação… São muitos os recursos e caminhos possíveis. Mas uma coisa é indubitável: conhece a si mesmo quem sabe reconhecer na prática o princípio hermético de que “o que está em cima é como o que está embaixo”. E nisso, a Astrologia e suas aplicações práticas são a prova indubitável da conexão do homem com sua divindade.

Para ler gratuitamente a edição integral do jornal, basta fazer o download do arquivo em pdf neste link aqui!

Para visitar a site do O Legado, basta clicar aqui!

Lições de Marte e Vênus sobre sexo e relacionamento

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Na Astrologia, eles são os planetas regentes do sexo e do relacionamento. Na Mitologia greco-romana, seus arquétipos e mitos inspiraram milhões de pessoas a refletir sobre a natureza desses dois temas complexos e fascinantes, que são essenciais para qualquer relação afetiva. Estamos falando de Marte e Vênus, um dos casais mais “quentes” presenets na história da humanidade e suas crenças.

E do casamento do deus Marte com a deusa Vênus nasceu o Cupido (ou Eros para os gregos), que é o regente do erotismo. O deus responsável por atingir as pessoas com flechadas de amor é também um dos mais belos deuses de toda a família de deuses greco-romanos. Sempre atirando flechas aos outros, um dia foi ele mesmo que se apaixonou. E sua esposa não poderia ser outra além de Psiquê, a deusa da alma.

Confira o artigo completo que escrevi para a Wiki da Loja do Prazer, clicando nesse link aqui!

Artigo sobre as tradições esotéricas do Tantra no jornal O Legado

A edição de junho do jornal especializado no segmento holístico O Legado traz um artigo meu sobre o esoterismo atrelado às práticas tântricas na Antiguidade. Confira abaixo o texto na íntegra:

O ESOTERISMO TÂNTRICO: ASTROLOGIA E ARTES DIVINATÓRIAS

COMO FERRAMENTAS PARA O AUTOCONHECIMENTO

Para o senso comum, a prática do Tantra está reduzida a algumas de suas técnicas sexuais. Há também quem o associe com outras técnicas corporais e meditativas que não envolvem a sexualidade em si, mas são poucas as pessoas que conseguem conectar o Tantra da contemporaneidade com sua filosofia abrangente e extremamente esotérica. Com uma visão holística, o Tantra em sua origem prega o uso milenar de recursos divinatórios e de autoconhecimento, como a consulta a oráculos e à Astrologia.

Em primeiro lugar, ao considerarmos o Tantra em suas origens, veremos que ele é muito mais filosófico e místico do que propriamente sexual. De todo o conteúdo das escrituras encontradas na região do Himalaia – os “Tantras”, de onde deriva o nome “Tantra” – apenas 7% tratam de técnicas sexuais. Os demais 93% cobrem uma infinidade de assuntos que vão desde receitas para uma alimentação saudável até complexos estudos astrológicos para a prática de rituais em comunhão com a natureza. O Tantra fala basicamente de autoconhecimento.

Toda essa desinformação em relação aos estudos tântricos talvez seja pelo fato de que os gurus do Tantra da Antiguidade sofreram, durante a Idade Média, uma espécie de “caça às bruxas”, semelhante a que tivemos no Ocidente. Como resultado das repetidas invasões por outros povos, especialmente após a tomada de poder pelos Arianos, a sociedade da época foi dominada pela cultura Védica, que posteriormente formou a base do Hinduísmo. Os que seguiam os pressupostos tântricos passaram então a viver na clandestinidade, já que suas práticas pouco ortodoxas e libertárias desafiavam o status quo. Mesmo assim, algumas das técnicas tântricas sobreviveram ao longo do tempo por meio do Yoga e também pela influência nas religiões orientais como o Budismo, o Taoísmo e até o próprio Hinduísmo, que apesar da orientação Védica também foi influenciado pelo conteúdo dos Tantras.

Nesse jogo de poder e de dominação cultural, a essência dos estudos tântricos foi muito mal entendida e até deturpada. O Tantra é pagão é não está relacionado, portanto, a nenhuma religião. Tem caráter libertário e visa canalizar a energia vital, chamada de Kundalini, para o desenvolvimento espiritual. Apesar de as culturas Védica e Tântrica guardarem semelhanças em relação aos principais deuses e mitos, o Tantra os ritualiza e traz esses arquétipos para a prática, com a união de Shiva (a polaridade luz, masculina e a consciência manifesta) e Shakti (a polaridade sombra, feminina, a energia pura e o que ainda está por se manifestar em forma de consciência) traduzida como uma meta a ser buscada por todos os indivíduos. Esse é um caminho interior, de união dessas duas polaridades, e os recursos para o autoconhecimento – como a Astrologia e uso de oráculos – sempre estiveram presentes, já que estes representam, há milênios, uma maneira de investigar o elo entre o microcosmo humano e o macrocosmo ou o universo a sua volta.

Para distanciar o Tantra de seu caráter esotérico, tivemos ainda outro agravante. Essa busca pela união de Shiva e Shakti se dividiu em dois ramos tântricos com abordagens distintas: o Dakshina Marga, chamado de Caminho da Mão Direita, e o Vama Marga, o Caminho da Mão Esquerda. Enquanto o primeiro fala de uma “união com o divino” e frisa o culto à polaridade Shiva, a segunda enfatiza o conceito de “tornar-se divino”, explorando o aspecto de Shakti, com a investigação dos mistérios do universo. A corrente sinistra do Tantra, o Vama Marga, além de ser a dos tão famosos ritos sexuais, também é a de maior inclinação ocultista, explorando amplamente os estudos astrológicos e as artes divinatórias. Em virtude de seu direcionamento, que se distanciava da religião e frisava a quebra de tabus, infelizmente, o Caminho da Mão Esquerda foi também o que mais sofreu com a perseguição aos tântricos na Idade Média.

Não foi por acaso que, ao chegar ao Ocidente, o Tantra foi incorporado aos sistemas mágicos de Ordens Secretas, Iniciáticas e Maçônicas, sendo estudado junto às tradições milenares ocidentais do que passou a se chamar de Magia Sexual. E, nesse contexto, mais do que rituais sexuais, o Tantra é uma filosofia de autodescoberta, de exploração dos mistérios da natureza, na qual o princípio Hermético do “está embaixo como está em cima” é uma realidade a ser investigada por cada indivíduo, em sua psique e em sua relação com o universo.

Assim, Tantra, Ocultismo e Hermetismo – com suas correspondências e recursos oraculares e astrológicos – ao contrário do que muita gente ainda pode pensar, estão fortemente conectados. E ignorar o aspecto esotérico do Tantra é um erro conceitual dos mais graves.

Para ler gratuitamente a edição integral do jornal, basta fazer o download do arquivo em pdf neste link aqui

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Cinco verdades sobre Astrologia que todos deveriam saber

Embora ela seja uma técnica milenar e  parte da vida das pessoas desde o início da história da civilização, muita gente ainda se confunde quando o assunto é Astrologia. Então é bom saber que:

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1. Astrologia não é vidência  

A Astrologia é uma técnica. Foi desenvolvida com base na observação dos astros e sua relação com os ciclos naturais (Estações do Ano, Solstícios, Equinócios, etc.). O cálculo de um Mapa Astral é um exercício matemático dos mais complexos.  A interpretação depende dos ângulos que os astros fazem em relação uns aos outros e a pontos matemáticos geometricamente calculados. Interpretar um mapa astral não é um fenômeno mediúnico. Desconfie de Astrólogos que dizem usar mediunidade para exercer a profissão.

2. A formação do Astrólogo

Para ser Astrólogo, o indivíduo precisa investir, antes de qualquer coisa, em conhecimento. A Astrologia exige estudo técnico e cursos de formação específica, além de conhecimento de disciplinas correlatas como Astronomia, Mitologia, Psicologia, História e conhecimento geral das chamadas Ciências Herméticas. São anos de estudo disciplinado até que se possa conhecer o básico empregado em um atendimento.

3. A Astronomia nasceu da Astrologia

A Astrologia é a ciência mãe da Astronomia. Os maiores Astrônomos também foram os maiores Astrólogos. Copérnico, Paracelso,  Newton, entre outros, eram Astrólogos. Até Galileu, o primeiro a afirmar que a Terra girava em torno do Sol – e não o contrário – era Astrólogo além de ser Astrônomo.

4. Geocentrismo versus Heliocentrismo

O principal argumento da Ciência contra a Astrologia é a de que esta é Geocêntrica. Sim, na Astrologia, o Sol é chamado de planeta e, nela, avaliamos o caminho que o Sol faz ao redor da Terra. Aliás, a Lua também é considerada um planeta. Claro que os Astrólogos sabem que a Terra é que gira em torno do Sol (a exemplo de nosso colega Astrólogo Galileu). Mas, em um Mapa Astral, consideramos a perspectiva a partir da Terra porque é aqui que nasceu o indivíduo dono do mapa a ser analisado. E é onde todos os humanos vivem (pelo menos até o momento). O dia em que nascer um humano em outro planeta que não a Terra, serão necessários milhares de anos de observação da influência dos astros na natureza daquele planeta até que se consiga sistematizar conhecimento suficiente para a criação de toda uma nova Astrologia relacionada àquele planeta.

5. A Astrologia não se resume ao Horóscopo para os 12 signos solares

Os tradicionais e populares Horóscopos para os 12 signos solares (aqueles que habitualmente são chamados de Horóscopo e que todo mundo tem acesso pelos meios de comunicação), fazem a análise dos aspectos gerais em relação ao posicionamento do Sol e mais alguns outros poucos itens da análise Astrológica. Esse tipo de Horóscopo é muito prático e válido como um aconselhamento geral em relação a cada signo solar, mas não substitui a análise personalizada do Mapa Astral. Somente a análise criteriosa do Mapa Natal – junto à aplicação dos métodos para Previsão Astrológica – permitirá tecer as interpretações e as previsões específicas para cada indivíduo. Consulte sempre um Astrólogo!

Artigo sobre Estudo dos Chakras

Na base de qualquer prática do Tantra, seja ela sexual ou não, está um sistema holístico que une filosofia e anatomia para estudar o fluxo energético do corpo. O conhecimento desse sistema – composto pelos denominados Chakras ativados pela Kundalini, a energia vital tântrica – é fundamental para o uso da sexualidade como forma de expansão da consciência.

Saiba mais sobre esse conhecimento milenar nesse artigo que escrevi para a Wiki da Loja do Prazer, disponível nesse link aqui!

Pois a prática do Tantra não se reduz a uma mera aplicação de técnicas coporais e “massagens”. E muito menos se vale da prestação de serviços duvidosos. Sexualidade e espiritualidade estão milermente conectados, mas de forma filosófica, profunda e com objetivos legitimamente existenciais.

Namastê!

Tantra e Neotantra: variações e banalizações do tantrismo

É bem verdade que a prática do Tantra é muito variada. É tão diversificada quanto o tamanho de sua história que contabiliza já mais de cinco mil anos. Mas, em meio a tantas variações, há também um sem número de adaptações e banalizações que pouco nada tem de tântricas.

O Tantra tem base filosófica, é pagão e anterior ao surgimento das religiões. Para sua prática, deve-se estudar a anatomia dos Chakras, entender e meditar sobre a sua natureza matriarcal postulada sob o conceito de Shakti e conhecer uma série de preceitos filosóficos que visam expandir a consciência do aspirante. A partir de uma base de conhecimento, é possível a auto-iniciação na prática do Sexo Tântrico – ou do Maithuna, para utilizar a nomenclatura original em Sânscrito.

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A união sexual de Shiva com sua Shakti

As práticas do Sexo Tântrico também variam em função de diversos aspectos, especialmente em relação a sua abordagem nas diferentes correntes do Tantra. No Dakshina Marga, o denominado Caminho da Mão Direita,  o sexo é secundário e tem caráter devocional. Seguidores mais radicais desse caminho podem, por exemplo, optar por suprimir o orgasmo ou até seguir um caminho celibatário. E ainda assim praticarem Tantra. Já no Caminho da Mão Esquerda, ou Vama Marga em sânscrito, o orgasmo não somente é desejado como potencializado, já que o prazer é visto como meio para expansão da consciência. Nele, o orgasmo é sinônimo do que os franceses chamam de “Petit Mort”, ou “Pequena Morte” na tradução livre ao português, e pode abrir o caminho para estados alterados de percepção sobre a realidade. Praticantes radicais da via sinistra buscam o desenvolvimento da capacidade multiorgástica para trabalhar técnicas como a exaustão por meio do orgasmo.

Entretanto, a repressão da sexualidade que vivenciamos especialmente nesses últimos 2 mil anos deu origem a uma série de adaptações que muito pouco ou nada mantém da essência tântrica. Autores populares como Osho e seus seguidores criaram o que se chama de Neotantra, prática que não se enquadra em nenhuma das correntes do Tantra da Antiguidade. Do Neotantra surgiu a tão famosa “massagem tântrica” e um conjunto de textos de autoajuda que nada falam da filosofia tântrica. Praticantes da “massagem tântrica” insistem em reafirmar que seus serviços não são sexuais, já que não incluem intercurso sexual, mas englobam em muitos casos manipulações genitais em busca do orgasmo. E clientes desse tipo de serviço pouco ou nada sabem das bases filosóficas do Tantra. Seria esse um caminho mesmo viável para expansão da consciência ou mero e banal hedonismo capitalista?

Enquanto isso, o Maithuna virou tabu. Falar de sexo e espiritualidade é ponto de desconfiança. Falar de sexo e misticismo, resgatando a essência do Tantra em práticas sexuais de fato, ainda é assunto encoberto por desinformação. Daí vemos muitos praticantes sérios do Tantra que evitam falar das técnicas sexuais, já que elas representam apenas 7% do conteúdo das escrituras dos Tantras. E tal conteúdo segue sob o desconhecimento da sociedade e do publico em geral.

Vamos então mudar essa realidade, quebrar tabus e falar seriamente do sexo para expansão da cosnciência? Tantra não é só sexo, mas sua filosofia está fortemente embasada na sexualidade e na canalização da energia sexual. E difundir as bases filosóficas entre iniciantes não é assim tão dificil. Pois precisamos acreditar que há muito mais pessoas interessadas em expandir a autoconciência e lidar melhor com a própria sexualidade, sem terceiros, vivendo o sexo tântrico na intimidade, sozinho ou com o parceiro.