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Como funciona o Tarô?

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“O Louco” e “O Mago” do Tarô de Thoth: magia e sincronicidade para fazer previsões precisas. 

As pessoas adoram o Tarô, e a capacidade desse fascinante oráculo de prever os desdobramentos da vida se manifesta todos os dias, no mundo inteiro, entre pessoas com os mais variados perfis e crenças. Independentemente de qual seja o tema em questão, a experiência da consulta às cartas do Tarô já é, por si só, um evento transformador. Esse universo simbólico tão rico proporciona um profundo mergulho no psiquismo do consulente, tanto para o tarólogo quanto para o próprio consulente. Mas como funciona o Tarô? Ou seja, como esse conjunto de cartas estampando símbolos ancestrais pode proporcionar autoconhecimento e predizer o futuro?

Desvendar o mecanismo de ação que faz com que as previsões fundamentadas nos 78 Arcanos do Tarô – 22 Arcanos Maiores e 56 Arcanos Menores – sejam tão precisas não é tarefa fácil. Estudos científicos já se debruçaram sobre a intuição do futuro de modo geral, mas não existe nada conclusivo.

Uma possível explicação pode ser encontrada na teoria da sincronicidade, de Carl Gustav Jung, criador da Psicologia Analítica. Da perspectiva junguiana, poderíamos entender que a escolha das cartas pelo consulente traduz seu estado psíquico naquele momento e que, ao interpretar os símbolos selecionados, o tarólogo poderá prever as manifestações externas dessas predisposições mentais.

Seja como for, a capacidade de prever do Tarô é um fenômeno bastante observável. “O sucesso é a sua prova”, dizia o ocultista inglês Aleister Crowley, ao propor que seus instruídos prestassem atenção nos resultados concretos de suas práticas mágicas. Essa eficácia fenomenológica é o que tem garantido o uso dos mais diversos decks de Tarô ao longo dos séculos.

Outro ponto sobre o qual não pairam dúvidas é que interpretação das cartas exige uma combinação bem equilibrada de técnica, conhecimento profundo de simbologia e aplicação da intuição. Do mesmo modo que é um grande erro acreditar que ser tarólogo envolve apenas o uso de recursos lógicos, é equivocado tratar a leitura do Tarô como mero exercício da intuição ou, como alguns querem fazer crer, de recursos paranormais.

Mas como funciona o Tarô? Funciona como uma linguagem que o bom tarólogo – munido de técnicas adequadas de tiragem, intimidade com símbolos que acompanham a humanidade desde tempos imemoriais e uma intuição estimulada pela sincronicidade – sabe ler e aplicar à situação do consulente para oferecer a orientação necessária. Uma linguagem que, refletindo o mundo, também reflete você.

Como costumo dizer aos alunos dos meus cursos de formação em Tarô, a cada consulta, partimos da condição do Arcano número zero, “O Louco” para, ao final da leitura, chegar ao estado do Arcano I, “O Mago”. Enquanto o Louco personifica a inspiração e a capacidade de desbravar o desconhecido que proporciona o encontro entre o tarólogo e consulente em um momento mágico, o Mago simboliza o domínio dos quatro elementos da natureza – Ar, Água, Terra e Fogo. E é quando o consulente sai da consulta como o Mago que a ela atinge sua plenitude: o consulente está pronto para, exercendo o livre-arbítrio, escolher os melhores caminhos para sua jornada evolutiva pela vida.

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