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Tarô e Baralho Cigano: você conhece as diferenças?

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Cartas do Tarô Rider Waite, acima, e do Lenormand ou Baralho Cigano, abaixo.

Os dois são jogos de cartas utilizadas para fins divinatórios: pode parecer que há grandes semelhanças, mas na verdade elas param por aí. Isso porque o Tarô e o Baralho Cigano – cujo nome, na verdade, é Lenormand – são oráculos completamente diferentes. E a denominação “Tarô Cigano” está equivocada, pois essa nomenclatura mistura dois conceitos que são distintos desde a sua origem.

Enquanto os primeiros registros históricos de impressão dos 78 arcanos do Tarô remetem à Itália na época do Renascimento, as 36 cartas do Baralho Cigano surgiram na França da Era Napoleônica pelas mãos de Marie Anne Adelaide Lenormand, famosa esotérica nascida na cidade de Aleçon. Foi no Brasil que o oráculo de Lenormand se consolidou como o jogo de cartas mais popular entre oraculistas das mais variadas correntes de estudos mágicos, ganhando apreço especial entre os adeptos da Umbanda devido à sua difusão entre o povo cigano. Com o crescimento das giras de ciganos, o “Baralho Cigano” tornou-se altamente requisitado por médiuns e iniciados, recebendo até designações para diferentes orixás, em uma evidente manifestação de sincretismo religioso.

Embora a simbologia do Tarô seja muito mais abrangente em função de suas correspondências associadas às Ciências Herméticas, eu, pessoalmente tenho um carinho especial pelo Baralho Cigano, que foi o meu primeiro oráculo. Comecei a estudá-lo aos 14 anos por curiosidade e diletantismo, fazendo consultas rápidas para as amigas mais próximas, também adolescentes. Ao observar que as previsões se confirmavam, fiquei intrigada e decidi mergulhar mais fundo nos temas ligados ao Ocultismo. Começando pelo Tarô, explorando a minha experiência com a leitura de cartas, passei a desvendar as correspondências de seus 78 Arcanos – 22 Maiores e 56 Menores – com a Cabala, a Astrologia e a Numerologia. Com isso, a magia entrou na minha vida para ficar.

No plano divinatório, o Tarô e o Baralho Cigano são igualmente precisos e eficazes. A diferença mais marcante talvez fique por conta da amplitude de interpretação. Enquanto o Tarô permite um aprofundamento maior no plano psíquico, o Baralho Cigano é, por assim dizer, mais pragmático, oferecendo respostas simples e diretas, por exemplo, em perguntas fechadas – aquelas que só podem ser respondidas com um sim ou um não. Por outro lado, o Tarô é muito mais rico na abordagem de questões complexas e padrões de comportamento. A escolha sobre qual dos oráculos consultar é apenas uma questão de preferência pessoal.

A mesma linha de raciocínio vale para os estudantes das artes divinatórias. Devido à sua estrutura mais “enxuta”, muitas vezes o Lenormand acaba servindo como porta de entrada para o amplo universo dos oráculos, o que facilita o posterior estudo do Tarô. Do ponto de vista iniciático, enquanto é muito comum que o estudo do Baralho Cigano seja solicitado pelos guias da Umbanda, o domínio do Tarô é frequentemente um requisito em ordens e escolas Ocultistas.

Por fim, trata-se de uma questão de egrégora, ou seja, da força mágica criada a partir da afinidade de um conjunto de pessoas ou símbolos. Para muitos, e esse é o meu caso, é difícil escolher um dos dois. O Baralho Cigano e o Tarô são igualmente vitais na minha senda. E você, qual é sua preferência?

Curso: Lições de Marte e Vênus sobre Amor e Sedução

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De que o amor é importante, não há dúvida nenhuma, mas como estabelecer uma relação afetiva saudável e prazerosa? E como manter acesa a chama de um relacionamento estável? Muitas pessoas se sentem inseguras na hora da conquista e sedução e acabam adotando crenças limitantes que destroem a autoestima e dificultam o desenvolvimento de relacionamentos sólidos e felizes. Outras, já com uma relação estabelecida, não sabem como recuperar a paixão e o desejo do início do relacionamento.

De uma perspectiva mais ampla, isso não chega a surpreender em um momento como o atual, em que o papel da mulher na sociedade e as formas de amar passam por muitas mudanças. Hoje, mais do que nunca, é importante entender alguns princípios que regem o amor e a sedução. Na mitologia greco-romana, o relacionamento de Marte, o deus da guerra e do desejo sexual, com Vênus, a deusa da beleza e do amor, era uma referência para diversas reflexões sobre o papel das relações afetivas na vida das pessoas. Resgatar a referência do casal mais sexy da mitologia é um caminho seguro para promover uma reconciliação pessoal com esses princípios, que é fundamental para ter relacionamentos melhores.

Partindo da mitologia e suas representações na Astrologia e no Tarô, este curso rápido traz lições valiosas sobre a arte de conquistar, amar e ser amada e resgatar a essência do feminino e do masculino em si mesma, elementos essenciais para uma vida mais feliz.

O programa, destinado ao público feminino, tem 2 (duas) horas de duração, com conteúdo teórico e vivência ritualística em grupo, e inclui os seguintes tópicos:

– Breve contextualização da mitologia greco-romana e suas correspondências com a Astrologia e alguns símbolos do Tarô

– Marte: o deus da guerra, da conquista e do desejo sexual, suas qualidades e seus defeitos

– Vênus: a deusa do amor e da beleza, suas qualidades e seus defeitos

– Cupido: o filho de Marte e Vênus, chamado de Eros pelos gregos, é o deus do erotismo

– Psiquê: a deusa da alma

– Amor e sedução entre Marte e Vênus: o que podemos aprender com os pontos altos e baixos desse relacionamento?

– O casamento do Cupido com Psiquê e a lição de que o erotismo é o alimento da alma

– Dicas de amor e sedução inspiradas nas histórias desses mitos e na experiência com o Tarô e a Astrologia

– Vivência ritualística em grupo

 

O curso, com duração de 2 horas, será realizado no dia 7 de junho de 2018, das 20h às 22h, na Av. Paulista, 1159 – São Paulo.

Curso com aula única: R$ 80,00. O valor pode ser parcelado pelo PagSeguro em até 12 vezes de R$ 8,03.