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Archives for : Ocultismo

Escolha as cores para o Ano Novo

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Com base nas relações entre cores e planetas, fica mais fácil eleger o traje do Réveillon e realizar pequenos rituais com objetivos específicos

A origem da atribuição de diferentes propriedades mágicas às cores é incerta, mas sabe-se que já constam de obras fundamentais do Hermetismo que remetem à Antiguidade. Pela Lei da Correspondência, princípio do Hermetismo segundo o qual o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa, as cores estão relacionadas, por exemplo, aos astros. Assim, a cor de Marte é o vermelho, a de Vênus, o rosa e o verde-esmeralda, a de Mercúrio, o laranja e assim por diante.

No Brasil, a tradição do uso de cores específicas no réveillon também é influenciada pelas religiões de matriz africana. A disseminação do branco nas festas de passagem de ano, por exemplo, vem dos rituais umbandistas e está associada a Oxalá, o maior dos orixás.

Embora a maior parte das pessoas não se dê conta disso, os objetivos para o ano relacionados às cores refletem exatamente as associações herméticas entre as cores e os astros, com exceção do branco, que é a mistura de todas as cores.

Confira abaixo os planetas, os temas que eles encarnam, os signos que regem e as respectivas cores. A dica para a entrada de 2019 são os tons de vermelho, pois o ano será regido por Marte, o guerreiro, grande ativador da Astrologia e patrono da energia vital e do desejo sexual.

Tabela planetas e cores virginia gaia

Além de contemplar os tons do planeta regente do ano, também é válido apostar nas cores relacionadas ao próprio signo solar ou ascendente. Para quem quiser escolher de acordo com os objetivos do próximo ano, a dica é não somente contemplar o vestuário como também elaborar um pequeno ritual. Uma boa ideia é lambuzar com mel uma vela da cor do planeta escolhido e, então, acendê-la, mentalizando os votos e desejos para 2019.

Quem quiser aproveitar a regência de 2019 pelo planeta Marte para promover novos começos e a abertura de caminhos pode acender uma vela vermelha lambuzada com mel e azeite. Acrescenta-se a esse pequeno ritual de magia planetária um incenso aceso para simbolizar o elemento Ar, uma taça cheia para representar a Água e, por fim, alguns cristais ou moedas dedicados ao elemento Terra para trazer prosperidade.

Na noite da virada estaremos com a Lua em fase Minguante, o que é ótimo para refletirmos sobre o que precisamos deixar para trás no ano que passou. Assim, os votos para 2019 podem ser complementados por uma reflexão sobre hábitos que precisam ser abandonados para garantir a realização dos desejos para o novo ano.

Júpiter em Sagitário e os ideais que ampliam horizontes

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Júpiter, o gigante do nosso sistema solar e regente da fé, da expansão, das crenças pessoais e das ideologias na Astrologia, ingressou no signo de Sagitário no dia 8 de novembro de 2018. Sentindo-se em casa no signo do arqueiro até 2 de dezembro de 2019, Júpiter dará, ao longo desses treze meses, uma aula sobre as religiões e os valores sociais que nos afetam coletivamente. Por isso, é hora de acreditar e crescer!

Os ciclos de Júpiter são observados desde a Antiguidade. Levando pouco mais de 12 anos para percorrer todo o zodíaco, o planeta sempre leva atenção especial para o signo por onde está passando. No caso de Sagitário, signo do qual é regente, a sua influência é fortemente notada, já que nesse pedaço do céu o grande líder dos astros manifesta sua força com toda a intensidade.

Expansor por natureza, Júpiter é exagerado e grandiloquente. É também aventureiro e um líder nato que inspira. Regente também das grandes viagens, ele amplia o interesse pela busca por novos horizontes, não somente territoriais como também intelectuais, e daí deriva a sua afinidade com os temas acadêmicos. Com Júpiter em Sagitário, é hora de buscar referência em figuras de autoridade e de destaque social que reflitam coletivamente os mais profundos valores pessoais de cada indivíduo.

Mas esse embalo de dar crédito a quem é carismático e popular também tem seu lado sombrio. Como também rege a religião e as ideologias, Júpiter em Sagitário nos deixa mais inclinados a ilusões. É comum que nesse período a sociedade acabe depositando muitas expectativas em pessoas que parecem poder encantar o mundo exercendo uma autoridade magnética.

Júpiter em Sagitário tem a fé como virtude, mas traz o fanatismo como vício. Amplia o interesse por novas teorias, mas é também inflexível em seus postulados. Encanta multidões com sua generosidade, mas muitas vezes é otimista demais para enxergar as limitações práticas. No signo do arqueiro, esse planeta tão encantador encontra uma grande estrada para ampliar o seu poder.

Sem dúvida, ao longo de 2019, sentiremos a força desse astro tão importante para a Astrologia. O “grande benéfico”, como era chamado na Antiguidade, fará com que tenhamos um período norteado por sonhos e ideais coletivos que podem ampliar a consciência ao mesmo tempo que têm o potencial de ludibriar os incautos. Seja bem-vindo, Júpiter, ao signo de Sagitário: o mundo torna-se pequeno diante de sua nobre grandiosidade.

Projeto “Juntas! Mulheres Reais”

Tive a grande honra de ser uma das selecionadas pelo projeto “Juntas! Mulheres Reais”, da querida Débora Loureiro, para um bate-papo sobre a minha trajetória pessoal e profissional. A ação, que é uma iniciativa do Instituto Loureiro, promove um espaço para que mulheres de diferentes perfis possam compartilhar suas vivências. Vale a pena conferir! É só clicar no vídeo para assistir.

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Como funciona o Tarô?

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“O Louco” e “O Mago” do Tarô de Thoth: magia e sincronicidade para fazer previsões precisas. 

As pessoas adoram o Tarô, e a capacidade desse fascinante oráculo de prever os desdobramentos da vida se manifesta todos os dias, no mundo inteiro, entre pessoas com os mais variados perfis e crenças. Independentemente de qual seja o tema em questão, a experiência da consulta às cartas do Tarô já é, por si só, um evento transformador. Esse universo simbólico tão rico proporciona um profundo mergulho no psiquismo do consulente, tanto para o tarólogo quanto para o próprio consulente. Mas como funciona o Tarô? Ou seja, como esse conjunto de cartas estampando símbolos ancestrais pode proporcionar autoconhecimento e predizer o futuro?

Desvendar o mecanismo de ação que faz com que as previsões fundamentadas nos 78 Arcanos do Tarô – 22 Arcanos Maiores e 56 Arcanos Menores – sejam tão precisas não é tarefa fácil. Estudos científicos já se debruçaram sobre a intuição do futuro de modo geral, mas não existe nada conclusivo.

Uma possível explicação pode ser encontrada na teoria da sincronicidade, de Carl Gustav Jung, criador da Psicologia Analítica. Da perspectiva junguiana, poderíamos entender que a escolha das cartas pelo consulente traduz seu estado psíquico naquele momento e que, ao interpretar os símbolos selecionados, o tarólogo poderá prever as manifestações externas dessas predisposições mentais.

Seja como for, a capacidade de prever do Tarô é um fenômeno bastante observável. “O sucesso é a sua prova”, dizia o ocultista inglês Aleister Crowley, ao propor que seus instruídos prestassem atenção nos resultados concretos de suas práticas mágicas. Essa eficácia fenomenológica é o que tem garantido o uso dos mais diversos decks de Tarô ao longo dos séculos.

Outro ponto sobre o qual não pairam dúvidas é que interpretação das cartas exige uma combinação bem equilibrada de técnica, conhecimento profundo de simbologia e aplicação da intuição. Do mesmo modo que é um grande erro acreditar que ser tarólogo envolve apenas o uso de recursos lógicos, é equivocado tratar a leitura do Tarô como mero exercício da intuição ou, como alguns querem fazer crer, de recursos paranormais.

Mas como funciona o Tarô? Funciona como uma linguagem que o bom tarólogo – munido de técnicas adequadas de tiragem, intimidade com símbolos que acompanham a humanidade desde tempos imemoriais e uma intuição estimulada pela sincronicidade – sabe ler e aplicar à situação do consulente para oferecer a orientação necessária. Uma linguagem que, refletindo o mundo, também reflete você.

Como costumo dizer aos alunos dos meus cursos de formação em Tarô, a cada consulta, partimos da condição do Arcano número zero, “O Louco” para, ao final da leitura, chegar ao estado do Arcano I, “O Mago”. Enquanto o Louco personifica a inspiração e a capacidade de desbravar o desconhecido que proporciona o encontro entre o tarólogo e consulente em um momento mágico, o Mago simboliza o domínio dos quatro elementos da natureza – Ar, Água, Terra e Fogo. E é quando o consulente sai da consulta como o Mago que a ela atinge sua plenitude: o consulente está pronto para, exercendo o livre-arbítrio, escolher os melhores caminhos para sua jornada evolutiva pela vida.

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Reportagem na revista Bons Fluidos sobre emoções, elementos da natureza e Astrologia

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Arquivo em PDF: Bons Fluidos – Julho de 2018

Equilibrar os elementos da natureza — Ar, Água, Terra e Fogo — no dia a dia é uma tarefa fundamental para a promoção do bem-estar emocional. Partindo da Astrologia, costumo trabalhar muito esses conceitos no meu trabalho de coaching holístico. Falei sobre Astrologia, a relação desse saber milenar com as emoções e dicas para lidar melhor com os quatro elementos no cotidiano nesta reportagem da revista Bons Fluidos.

Para ler o texto completa, baixe o arquivo em formato PDF abaixo da imagem ou clique aqui!

Tarô e Baralho Cigano: você conhece as diferenças?

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Cartas do Tarô Rider Waite, acima, e do Lenormand ou Baralho Cigano, abaixo.

Os dois são jogos de cartas utilizadas para fins divinatórios: pode parecer que há grandes semelhanças, mas na verdade elas param por aí. Isso porque o Tarô e o Baralho Cigano – cujo nome, na verdade, é Lenormand – são oráculos completamente diferentes. E a denominação “Tarô Cigano” está equivocada, pois essa nomenclatura mistura dois conceitos que são distintos desde a sua origem.

Enquanto os primeiros registros históricos de impressão dos 78 arcanos do Tarô remetem à Itália na época do Renascimento, as 36 cartas do Baralho Cigano surgiram na França da Era Napoleônica pelas mãos de Marie Anne Adelaide Lenormand, famosa esotérica nascida na cidade de Aleçon. Foi no Brasil que o oráculo de Lenormand se consolidou como o jogo de cartas mais popular entre oraculistas das mais variadas correntes de estudos mágicos, ganhando apreço especial entre os adeptos da Umbanda devido à sua difusão entre o povo cigano. Com o crescimento das giras de ciganos, o “Baralho Cigano” tornou-se altamente requisitado por médiuns e iniciados, recebendo até designações para diferentes orixás, em uma evidente manifestação de sincretismo religioso.

Embora a simbologia do Tarô seja muito mais abrangente em função de suas correspondências associadas às Ciências Herméticas, eu, pessoalmente tenho um carinho especial pelo Baralho Cigano, que foi o meu primeiro oráculo. Comecei a estudá-lo aos 14 anos por curiosidade e diletantismo, fazendo consultas rápidas para as amigas mais próximas, também adolescentes. Ao observar que as previsões se confirmavam, fiquei intrigada e decidi mergulhar mais fundo nos temas ligados ao Ocultismo. Começando pelo Tarô, explorando a minha experiência com a leitura de cartas, passei a desvendar as correspondências de seus 78 Arcanos – 22 Maiores e 56 Menores – com a Cabala, a Astrologia e a Numerologia. Com isso, a magia entrou na minha vida para ficar.

No plano divinatório, o Tarô e o Baralho Cigano são igualmente precisos e eficazes. A diferença mais marcante talvez fique por conta da amplitude de interpretação. Enquanto o Tarô permite um aprofundamento maior no plano psíquico, o Baralho Cigano é, por assim dizer, mais pragmático, oferecendo respostas simples e diretas, por exemplo, em perguntas fechadas – aquelas que só podem ser respondidas com um sim ou um não. Por outro lado, o Tarô é muito mais rico na abordagem de questões complexas e padrões de comportamento. A escolha sobre qual dos oráculos consultar é apenas uma questão de preferência pessoal.

A mesma linha de raciocínio vale para os estudantes das artes divinatórias. Devido à sua estrutura mais “enxuta”, muitas vezes o Lenormand acaba servindo como porta de entrada para o amplo universo dos oráculos, o que facilita o posterior estudo do Tarô. Do ponto de vista iniciático, enquanto é muito comum que o estudo do Baralho Cigano seja solicitado pelos guias da Umbanda, o domínio do Tarô é frequentemente um requisito em ordens e escolas Ocultistas.

Por fim, trata-se de uma questão de egrégora, ou seja, da força mágica criada a partir da afinidade de um conjunto de pessoas ou símbolos. Para muitos, e esse é o meu caso, é difícil escolher um dos dois. O Baralho Cigano e o Tarô são igualmente vitais na minha senda. E você, qual é sua preferência?

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Entrevista sobre sexualidade para revista Women’s Health

 

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Arquivo em PDF: Women’s Health – Maio de 2018

A quebra de tabus é um ponto importante na integração entre a sexualidade e a espiritualidade humanas. Em uma abordagem holística, os estímulos e rituais sexuais que associem dor e prazer representam um elemento poderoso nesse caminho de jogar luz nas sombras do inconsciente que podem dificultar o estabelecimento de relações mais prazerosas, saudáveis e felizes. Fui entrevistada pela revista Women’s Health  para uma reportagem que aborda sadomasoquismo, dominação e submissão, que ganhou menção na capa da edição de maio de 2018 da publicação.

Leia a matéria completa baixando o arquivo em PDF abaixo da imagem ou clique neste link aqui! 

 

Entrevista sobre sexualidade holística para a revista Vênus Digital

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Recentemente, tive a honra de dar uma entrevista para a Revista Vênus Digital, que tem como colaboradores e entrevistados alguns grandes nomes da psicologia e da sexologia no Brasil. A publicação foi criada para exaltar, celebrar e refletir sobre o tema Amor, de forma ampla e peito aberto. É uma grande ideia, com ótimos resultados.

Leia a entrevista completa clicando neste link aqui!

Reportagem sobre signos, chakras e energia vital no UOL

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De acordo com os princípios do Hermetismo, os signos do zodíaco tem relação com pontos do corpo, denominados “chakras”, que são responsáveis por fazer circular a energia vital do organismo. Falei sobre essa relação, que é fundamental na abordagem holística da sexualidade, nesta entrevista que concedi para o UOL.

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Reportagem sobre estimulantes sexuais para o MdeMulher

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Presentes na vida íntima desde os primórdios da humanidade, afrodisíacos são parte de rituais sexuais milenares. Mesmo nos dias atuais, muito ainda se fala sobre o uso de estimulantes sexuais. Para esclarecer dúvidas e quebrar mitos, fui entrevistada para essa reportagem do MdeMulher, na qual pude falar sobre o papel dos afrodisíacos na sexualidade humana.

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