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Matéria sobre Astrologia de Relacionamento e Sexualidade no Yahoo!

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Existem muitos equívocos quando o assunto é a aplicação da Astrologia para o âmbito dos relacionamentos afetivos e da sexualidade humana. Falar sobre compatibilidade de signos é cair no erro máximo da generalização e da falta de embasamento na técnica astrológica. Fui entrevistada pelo portal Yahoo! para falar um pouco mais sobre o perfil sexual de cada signo e o que devemos considerar quando pensamos em Astrologia de Relacionamento.

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A Lua e o casamento de Ticiane Pinheiro e César Tralli no portal VIX

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Fui entrevistada pelo portal VIX para comentar a escolha da data do casamento da apresentadora Ticiane Pinheiro com o jornalista César Tralli em função da Astrologia. Esse tipo de análise, que ofereço como parte da minha Assessoria Astrológica para Casamento, é fundamental e pode realmente fazer toda a diferença para o futuro do relacionamento.

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Respondendo dúvidas sobre sexo na água para o UOL

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A água é o elemento das emoções e também das relações humanas.  Na abordagem holística da sexualidade, a água tem um papel fundamental. Com essa abordagem, atuei como uma das sexólogas consultadas para essa reportagem do portal UOL que responde às principais dúvidas sobre a prática do sexo na água.

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A abordagem holística da sexualidade

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Tarô de Thoth: a alquimia sexual está representada do encontro do parceiro à fusão de fluidos corporais. Nos arcanos “Os Amantes” e “A Arte”, a lança e a taça aludem aos genitais, representando polaridades arquetípicas na jornada evolutiva do indivíduo. 

É difícil estabelecer o ponto exato na história da humanidade no qual se separou a sexualidade da ideia de autorrealização.  O que a arqueologia comprova é que, na pré-história e na Antiguidade, não foram poucas as culturas que uniram o sexo a práticas místico-religiosas para elevar o espírito. Em culturas nas quais não havia tantas especialidades nem o nível de desenvolvimento científico que temos atualmente, eram os esotéricos que acumulavam as funções que hoje damos a um sem número de especialistas que trabalham, de forma direta ou indireta, com a sexualidade humana.

Depois de anos e anos de repressão e de conflito com a religião, não é de se estranhar que a ressurgência dos estudos sobre a sexualidade acontecesse em meio à comunidade médica. Foi com o fundador da psicanálise, Sigmund Freud, e o seu conceito de libido que resgatamos o papel da sexualidade para o bem estar psíquico e emocional do indivíduo. Mas engana-se quem acha que durante o período dominado pelos tabus religiosos não se fizeram estudos sobre a relação entre o sexo e a consciência.

Longe das igrejas, aqueles que questionavam dogmas sempre estudaram a sexualidade. Sob o véu de ordens secretas e seitas restritas a iniciados, o sexo teve amplo espaço de discussão entre os estudiosos de magia e ocultismo. Buscando referências no Tantra e suas influências no Hinduísmo, Budismo e Taoísmo, os ocultistas ocidentais conectaram os dois hemisférios para organizar esse conhecimento em prol do bem-estar e do desenvolvimento psíquico. Assim surgiu a conexão entre os Chakras, os centros por onde circula a energia vital tântrica, e a Cabala, que remete ao esoterismo judaico.

Seguindo princípios do Hermetismo, os magos ocidentais também estabeleceram correspondências entre linguagens simbólicas, como a Astrologia e o Tarô, com o desejo e a resposta sexual humana. Assim, encontramos diversos conceitos sobre o uso da sexualidade como meio para expansão da consciência em um conjunto de autores ligados às Ciências Ocultas. Em meio a nomes ligadas à Ordem Rosacruz, como Pascal B. Randolph, à Teosofia, como Helena Blavatsky e Ida Craddock, e autores oriundos da Ordem Hermética da Aurora Dourada, como Dion Fortune e Israel Regardie, as bases da magia sexual são firmadas em uma abordagem que é multidisciplinar por excelência. Mais tarde, o controverso ocultista inglês Aleister Crowley desenvolveria seu próprio sistema mágico-sexual e, entre outras coisas, retrataria estágios do ato sexual em seu Tarô de Thoth. Na mesma época, Austin Osman Spare criaria o conceito de “nova sexualidade”.

É interessante observar que esse resgate de conhecimentos milenares, ocorrido sobretudo entre os ocultistas do século XIX, propagou conceitos que somente receberiam atenção da ciência anos depois. Muito antes da publicação dos relatórios de Alfred Kinsey, considerado por muitos o pai da Sexologia, os magos já propagavam a necessidade da descriminalização de práticas como a masturbação e a homossexualidade. Bem anteriormente a William Masters e Virginia Johnson escreverem sobre a resposta sexual humana, os místicos já haviam relacionado estados de consciência a estágios do desenvolvimento sexual, sensações e fluidos corporais. Mesmo sem o viés científico da fisiologia de hormônios e neurotransmissores, os conceitos baseados em polaridades e arquétipos da magia sexual são de grande valia para trabalhar melhor a sexualidade em homens e mulheres.

Falar então sobre a necessidade de uma abordagem holística para a sexualidade é olhar o indivíduo como um todo. É perceber as conexões entre corpo e psique em um nível profundo, facilitando o caminho terapêutico para aqueles que buscam uma vida afetiva mais prazerosa e feliz – até porque um indivíduo que se conhece bem e está conectado com sua Verdadeira Vontade se relaciona melhor com as pessoas em geral e com seu parceiro afetivo em particular. E significa também associar o embasamento científico da Sexologia moderna a técnicas milenares de expansão da consciência, integrando elos que se dispersaram ao longo da história para gerar resultados mais efetivos.

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Meditação já!

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Quando se fala em meditação, muitas pessoas logo pensam em algo complicado e difícil de aplicar no dia a dia. Mas está enganado quem acredita que meditar é para um grupo especial de pessoas. Trata-se de uma prática bastante acessível que, além de integrar diversas correntes místicas milenares, vem sendo cada vez mais estudada pelas neurociências — que, aliás, estão comprovando sua eficácia para o bem-estar.

Aqui vai o passo a passo de um exercício bem fácil de fazer:

1) Concentre-se na respiração: uma boa dica de meditação para quem quer combater a ansiedade, por exemplo, é inspirar em quatro tempos (contando até 4) até encher completamente os pulmões. Solte também em quatro tempos, até esvaziar totalmente os pulmões. Repita esse movimento quantas vezes achar necessário, mantendo sempre esse ritmo.

2) Use visualizações simples para aumentar a concentração durante a meditação: imagine o ar entrando pelas suas narinas como se fosse um jato de luz branca à medida que você inspira. Então, visualize os pulmões cheios dessa luz. Ao expirar, você pode imaginar o gás carbônico saindo. É simples e funcional.

3) Não se preocupe com os aspectos mais “técnicos” da meditação. Se você conseguir ficar sentado e de olhos fechados, muito bom. Caso não consiga fechar os olhos nas primeiras vezes que você meditar, vá tentando aos poucos. A posição de lótus (sentado, com as pernas cruzadas) é o ideal, mas sentar-se em uma cadeira ou até mesmo se deitar para meditar pode ser um bom começo.

4) Não se preocupe com conseguir manter a mente “vazia de pensamentos”. O cérebro não para mesmo. O que você deve fazer é simplesmente afastar os pensamentos na medida em que eles chegarem, concentrando-se na respiração.

5) Meditar ajuda a aliviar o estresse e o importante é abraçar a meditação já!

Em meu trabalho de Coaching Holístico e de Coaching de Relacionamento e Sexualidade, costumo prescrever diversos exercícios de meditação para diferentes necessidades. Visite essas páginas aqui no site para obter mais informações.

Entrevista para o UOL sobre orgasmo pelo estímulo dos mamilos

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É muito comum em nossa cultura a crença de que o prazer sexual deve estar necessariamente relacionado aos genitais. Na abordagem holística da sexualidade, temos diversas técnicas para ampliar a experiência de prazer durante o ato sexual, já que na sabedoria acumulada ao longo da história, há registros de pontos que concentram energia sexual em todo o corpo, como os chakras. Nesta reportagem para o portal UOL, fui entrevistada para contribuir com essa visão holística milenar que é corroborado por pesquisas científicas atuais.

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Artigo: “O Conceito de Deus no Tantra”, no jornal O Legado

O conceito de Deus é algo complexo e muito individualizado, mas para os adeptos do Vama Marga Tantra, o Caminho da Mão Esquerda do Tantra, há tópicos sobre esse assunto que são essenciais ao entendimento dessa corrente de pensamento filosófico e místico. Com suas técnicas esotéricas que o conectam com o ocultismo, o Tantra precisa ser também entendido a partir dessa perspectiva. Esse foi o tema do meu artigo publicado no mês de novembro no jornal holístico O Legado. Leia abaixo o artigo na íntegra:

O Conceito de Deus no Tantra

Tantra não é religião, não possui dogmas e tampouco regras rígidas sobre como o conceito de divindade deve ser encarado. Mas uma coisa é certa: a maneira como o conceito de divino é explorado define a vertente tântrica a ser desbravada, especialmente no que tange a sexualidade. Apesar de muita gente ainda associar o Tantra estritamente às suas técnicas sexuais, a identificação filosófica é que define a forma como a sexualidade é vivenciada e não o contrário.

 

Isso porque as duas grandes vertentes do Tantra – o Dakshina Marga, chamado Caminho da Mão Direita, e o Vama Marga, o caminho da Mão Esquerda – diferem radicalmente sobre a origem e o tratamento ao conceito de divindade. Enquanto que o primeiro busca elevar as virtudes humanas a ponto de fundir o ser humano a uma ideia de divindade que estaria em planos superiores, o segundo busca o divino dentro de cada ser humano em um processo de autodeificação. E daí é que advém o uso da sexualidade para expansão da consciência na via sinistra do Tantra.

 

A partir desse conceito é que podemos entender, de fato, o que significam as técnicas para administração do orgasmo. Enquanto que o Dakshina Marga busca a contenção do prazer, o Vama Marga busca a sua exaltação. E isso se dá, entre outros motivos, porque de acordo com o Dakshina Marga, a busca desenfreada pelo prazer seria a fonte de todas as frustrações humanas, afastando o indivíduo do acesso às formas divinas. Segundo essa via destra, o sexo sem orgasmo seria a mais suprema expressão da compaixão e do amor sem desejo, algo almejado pelos praticantes que buscam a união a uma suposta força divina com origem externa à consciência do adepto.

 

Na direção oposta, o Caminho da Mão Esquerda visa a autodeificação, enaltecendo o orgasmo como a suprema expressão dos desejáveis “estados alterados de consciência”. Assim, as práticas tântricas do Vama Marga não são utilizadas para buscar qualquer divindade externa à consciência do praticante. Ao contrário, os deuses são manifestações do inconsciente e, assim, manifestam-se no plano material de forma a modificarem a realidade de acordo com a Verdadeira Vontade do Indivíduo.

 

Em suma, o que podemos comprovar na prática é que o Dakshina Marga e Vama Marga atuam em direções opostas na vida do ser tântrico. Entender esse conceito central no Tantra é a chave para trilhar um caminho de expansão da consciência sem distorções. Esse é um ponto crucial que, aliás, foi absolutamente ignorado por seguidores do Neotantra, a versão revisitada do Tantra que é para lá de equivocada. Neste último, as bases filosóficas tântricas são reinterpretadas em uma versão própria que não se posiciona em nenhuma das duas grandes vertentes do Tantra da Antiguidade.

 

E, se a busca de estados alterados de consciência por meio do Maithuna, o ato sexual tântrico, é uma exclusividade do Vama Marga ou do Caminho da Mão Esquerda, aqui deve ser também incluído o conceito de antinomianismo, o que significa a mais completa quebra de tabus pessoais e sociais. E aqui podemos ver que o Tantra, mais do que uma coletânea de técnicas sexuais é, sobretudo, um caminho filosófico complexo, cujos meandros não podem se resumir a uma mera prestação de serviços supostamente terapêuticos como propõe o Neotantra com suas “massagens”.

 

Viver o Tantra no dia-a-dia e na intimidade de cada indivíduo é o que se propõe com o Vama Marga. A via sinistra é essencialmente experiencial e pressupõe uma busca individual. Esse esforço, aliás, é parte do processo de autodescoberta e de exploração das potencialidades psíquicas individuais. Portanto, esqueça a terceirização e a contratação de prestadores de serviços supostamente tântricos, pois não há meio de expandir a consciência que não parta do esforço pessoal e da disciplina acadêmica.

 

Tornar-se divino, como visa o Vama Marga Tantra, com o uso da sexualidade requer dedicação. Claro que o prazer é enaltecido com finalidades místicas. Entretanto, é vital lembrar que o sexo é o meio e não o fim. Pois o encontro com a própria divindade não pode – e nem deve – ser encarado como mera busca desesperada por sensações imediatas: ele é o passaporte divino para a eternidade.

 

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Artigo: “Tantra: a arte do amor”, no jornal O Legado

O amor é o tema do meu artigo da edição de outubro do jornal holístico O Legado. Muita gente tem dificuldade para entender esse conceito, mas o fato é que ele é a base do processo de Iluminação, segundo o Vama Marga Tantra, o Caminho da Mão Esquerda Tântrico. Segue abaixo o artigo na íntegra:

Tantra: a arte do amor

Às vezes parece difícil falar sobre amor sem cair na tentação dos clichês, mas o fato é que ele é a base do Tantra. Pena que, ao ter contato com esses ensinamentos milenares com raízes que remetem a mais de três mil anos a.C, houve quem os transformasse em uma porção de frases soltas de autoajuda. Mas o que o Tantra fala sobre amor é muito mais profundo do que isso.

 

De acordo com as escrituras encontradas na região que circunda a Cordilheira do Himalaya denominadas “Tantras” – de onde veio a palavra “Tantra” -, todo o Universo teria sido gerado a partir do casamento mágico de Shiva (a consciência e a polaridade masculina) com Shakti (a energia pura, aquilo que ainda está por se manifestar e a polaridade feminina). Esse seria o ato de amor primordial para a criação da vida. Longe de interpretar tal fábula apenas como mais uma versão para teorias criacionistas, essa metáfora deve ser encarada em seu caráter simbólico.

 

Primeiro, porque Shiva e Shakti estão dentro de todos nós. Assim como Sol e Lua, Noite e Dia (Lux e Nox), Positivo e Negativo, estes são opostos complementares presentes na composição alquímica de todos os seres. Afinal, deve-se atentar para o princípio hermético de que “o que está em cima é como o que está embaixo”. E a busca pelo fio condutor que une essas duas pontas é o caminho para o Nirvana ou a Iluminação no Tantra.

 

E qual seria a chama primordial que teria feito Shiva e Shakti se unirem? Nada que não o amor. Mas quando o amor aparece nesse mito, ele vem com uma carga simbólica que vai muito além do sentimento que inspira poemas há séculos. O amor, nesse caso, é análogo à Kundalini, a energia vital tântrica que também pode ser interpretada como a energia sexual.

 

Seria para o Tantra então amor sinônimo se sexo? A resposta é: sim e não. Sim, porque, em última instância, o que o Tantra preconiza há milênios é muito parecido com o que a psicanálise de Sigmund Freud estabeleceu há pouco mais de um século. O Eros é a pulsão da vida e a Libido é a energia motriz do ser humano. Mas, no caso da visão tântrica, há uma diferença baseada em uma percepção sutil: o Tantra fala dessa energia como algo que circula pelo corpo e que pode ser experimentado de forma mística, em rituais que incluem até o ato sexual em si como é o caso do Maithuna, o ato sexual tântrico.

 

Porém, há de se considerar o que é muito comumente ignorado pelo senso comum: o fato de que apenas cerca de 7% de todo o conteúdo das escrituras tântricas tratam de técnicas sexuais. Os demais 93% cobrem diversos outros temas por vezes ignorados por aqueles que fazem do Tantra uma coleção de frases prontas sobre sexo e relacionamento. O amor tântrico deve ser encarado como uma fórmula mágica.

 

No Ocidente, quando o Vama Marga Tantra – o chamado Caminho da Mão Esquerda Tântrico – passou a ser estudado seriamente por grupos ocultistas, essa interpretação foi explorada no que ficou conhecido por Magia Sexual. Da Sociedade Teosófica de Helena Blavatsky, passando pela emblemática Ordem Hermética da Aurora Dourada e, posteriormente, pela Ordo Templi Orientis do controverso ocultista inglês Aleister Crowley, todos os grupos que se aprofundaram no tema da relação entre sexualidade e espiritualidade encararam os ensinamentos tântricos de maneira mais abrangente do que mera dissertação retórica sobre a arte de amar.

 

Segundo essa visão, que é sustentada por estudos acadêmicos dos mais relevantes, o amor no Vama Marga Tantra é um valor arquetípico que pavimenta o acesso ao inconsciente. Ele é, antes de qualquer coisa, o que Crowley chamou de “Grande Obra”, um mergulho do ser tântrico dentro de si mesmo ao explorar a sexualidade em busca de sua “Verdadeira Vontade” em um procedimento similar ao definido pelo psicoterapeuta Carl Jung quando conceituou o seu Processo de Individuação.

 

Dessa forma, a arte de amar no Tantra é um caminho mágico que contempla um conjunto de sentimentos e sensações místicas, o que inclui a sexualidade, mas também a transcende. Esse é o real significado da palavra AGAPE, que em grego significa “amor”, mas que para o buscador do Vama Marga Tantra, significa também o encontro com o seu EU mais profundo. Afinal, para o Tantra, não existe verdade absoluta que não seja a de que o Amor é a Lei; Amor sob Vontade!

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Artigo: “O Tarô de acordo com o Tantra”, no jornal O Legado

A edição de setembro do jornal holístico O Legado publica mais um artigo meu. Desta vez, o assunto é o Tarô e como o conjunto de 78 cartas utilizado como oráculo é utilizado para os adeptos do Vama Marga Tantra, o Caminho da Mão Esquerda do Tantra. Leia abaixo o texto na íntegra:

O Tarô de acordo com o Tantra:

decodificando o direcionamento da energia vital

 

Um conjunto de símbolos que traduzem o inconsciente humano. Assim poderíamos definir o jogo de 78 lâminas que compõem o Tarô. Para seguidores do Vama Marga Tantra – ou os estudiosos do que no Ocidente ficou conhecido por Magia Sexual – a simbologia contida nos arcanos do Tarô também decodificaria a energia vital do consulente e a forma como esta é direcionada. E desse conceito deriva a efetividade das previsões por meio das cartas.

 

Considerando o conceito filosófico que dá corpo ao Vama Marga Tantra, o chamado Caminho da Mão Esquerda do Tantra, de que a energia vital é análoga à energia sexual acumulada nas sombras do inconsciente, podemos então encontrar a conexão entre o Tarô e a Psicologia. Assim, ao selecionar cartas em uma tiragem de Tarô, o consulente estaria buscando os símbolos que mais se aproximam de como sua energia vital está direcionada para determinado assunto. E essa seleção, aparentemente aleatória, seria exercida com base na Sincronicidade, evidenciando assim um conceito estudado pelo psicoterapeuta Carl Jung.

 

O Tarô seria então a forma mais direta de acessar padrões mentais que influenciam o livre arbítrio do indivíduo. E, diante da possibilidade de trazer à consciência o que estaria preso em seu lado sombra, o consulente pode tomar decisões melhores e até alterar o curso do que está por vir em sua vida. Afinal, a função das artes divinatórias vai além de predizer o futuro, mas está na possibilidade de dar mais subsídios para que o aqui e agora seja melhor direcionado em função dos objetivos de vida do consulente.

 

Esse mecanismo que interliga símbolos, energia vital e sua conexão com sexualidade pode ser aplicado a qualquer baralho de Tarô. E são inúmeras as opções disponíveis aos tarólogos em todo o mundo: do tradicional Tarô de Marselha a jogos inspirados nas histórias em quadrinhos, contos de fadas, diversas crenças e mitologias. Entre todos esses, talvez o mais literal nessa conexão é o Tarô de Thoth.

 

Idealizado pelo controverso ocultista inglês Aleister Crowley e ilustrado pela artista plástica Frieda Harris, o Tarô de Thoth traz símbolos que se repetem em diversas culturas e que remetem ao direcionamento da energia sexual humana. Resultado dos anos de estudos de mitologia e religião comparada de Crowley e de sua passagem por diversas ordens secretas, o Tarô de Thoth reúne conceitos da cabala, estudos da Maçonaria, mitologia egípcia e símbolos que remetem às origens da tradição do Tantra no Oriente.

 

E, diante desse conhecimento, como podemos aproveitar melhor uma leitura de Tarô? Se partimos da premissa tântrica de que todo o universo ao nosso redor se apresenta como reflexo do direcionamento de nossa energia vital e se tivermos o tarô como ferramenta para identificar essa energia, então concluímos que o que se apresenta em uma leitura é um mapa de nosso inconsciente. Cabe a nós então aplicarmos o mesmo conceito para trabalharmos o nosso nível energético, buscando a ampliação de nossa consciência e, assim, nos tomarmos agentes ativos de nosso próprio destino.

 

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Entrevista sobre Astrologia, Tarô e Tantra

Estou no blog do colunista social Daniel Oliveira contando um um pouco sobre o meu trabalho e a minha trajetória como Astróloga, Taróloga e Especialista em Tantra. Além de falar das bases filosóficas do Vama Marga Tantra e sua relação com técnicas esotéricas e holísticas, também contei um pouco sobre a minha participação na 21ª Erotika Fair e a aproximação do Caminho da Mão Esquerda  Tântrico junto ao mercado erótico e sensual.

Virginia Gaia Astrologa Tarologa e Especialista em Tantra

Para conferir a entrevista na íntegra, basta acessar ir a este link aqui!