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Entrevista sobre sexualidade para revista Women’s Health

 

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Arquivo em PDF: Women’s Health – Maio de 2018

A quebra de tabus é um ponto importante na integração entre a sexualidade e a espiritualidade humanas. Em uma abordagem holística, os estímulos e rituais sexuais que associem dor e prazer representam um elemento poderoso nesse caminho de jogar luz nas sombras do inconsciente que podem dificultar o estabelecimento de relações mais prazerosas, saudáveis e felizes. Fui entrevistada pela revista Women’s Health  para uma reportagem que aborda sadomasoquismo, dominação e submissão, que ganhou menção na capa da edição de maio de 2018 da publicação.

Leia a matéria completa baixando o arquivo em PDF abaixo da imagem ou clique neste link aqui! 

 

Entrevista sobre sexualidade holística para a revista Vênus Digital

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Recentemente, tive a honra de dar uma entrevista para a Revista Vênus Digital, que tem como colaboradores e entrevistados alguns grandes nomes da psicologia e da sexologia no Brasil. A publicação foi criada para exaltar, celebrar e refletir sobre o tema Amor, de forma ampla e peito aberto. É uma grande ideia, com ótimos resultados.

Leia a entrevista completa clicando neste link aqui!

Reportagem sobre signos, chakras e energia vital no UOL

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De acordo com os princípios do Hermetismo, os signos do zodíaco tem relação com pontos do corpo, denominados “chakras”, que são responsáveis por fazer circular a energia vital do organismo. Falei sobre essa relação, que é fundamental na abordagem holística da sexualidade, nesta entrevista que concedi para o UOL.

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Reportagem sobre estimulantes sexuais para o MdeMulher

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Presentes na vida íntima desde os primórdios da humanidade, afrodisíacos são parte de rituais sexuais milenares. Mesmo nos dias atuais, muito ainda se fala sobre o uso de estimulantes sexuais. Para esclarecer dúvidas e quebrar mitos, fui entrevistada para essa reportagem do MdeMulher, na qual pude falar sobre o papel dos afrodisíacos na sexualidade humana.

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Perfil no blog Misturando Letras


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Estou no blog Misturando Letras do querido escritor, roteirista e blogueiro Ricardo Netto  em uma entrevista bastante abrangente. Ricardo esteve nos bastidores do programa A Tarde É Show, na Rede Brasil de Televisão, para divulgar o seu livro “Os Senhores das Sombras: o Legado de Lilith” e tivemos a oportunidade de bater um longo papo sobre a minha história de vida, experiência esotérica e atuação profissional.

Para ler a entrevista completa, clique neste link aqui

A abordagem holística da sexualidade

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Tarô de Thoth: a alquimia sexual está representada do encontro do parceiro à fusão de fluidos corporais. Nos arcanos “Os Amantes” e “A Arte”, a lança e a taça aludem aos genitais, representando polaridades arquetípicas na jornada evolutiva do indivíduo. 

É difícil estabelecer o ponto exato na história da humanidade no qual se separou a sexualidade da ideia de autorrealização.  O que a arqueologia comprova é que, na pré-história e na Antiguidade, não foram poucas as culturas que uniram o sexo a práticas místico-religiosas para elevar o espírito. Em culturas nas quais não havia tantas especialidades nem o nível de desenvolvimento científico que temos atualmente, eram os esotéricos que acumulavam as funções que hoje damos a um sem número de especialistas que trabalham, de forma direta ou indireta, com a sexualidade humana.

Depois de anos e anos de repressão e de conflito com a religião, não é de se estranhar que a ressurgência dos estudos sobre a sexualidade acontecesse em meio à comunidade médica. Foi com o fundador da psicanálise, Sigmund Freud, e o seu conceito de libido que resgatamos o papel da sexualidade para o bem estar psíquico e emocional do indivíduo. Mas engana-se quem acha que durante o período dominado pelos tabus religiosos não se fizeram estudos sobre a relação entre o sexo e a consciência.

Longe das igrejas, aqueles que questionavam dogmas sempre estudaram a sexualidade. Sob o véu de ordens secretas e seitas restritas a iniciados, o sexo teve amplo espaço de discussão entre os estudiosos de magia e ocultismo. Buscando referências no Tantra e suas influências no Hinduísmo, Budismo e Taoísmo, os ocultistas ocidentais conectaram os dois hemisférios para organizar esse conhecimento em prol do bem-estar e do desenvolvimento psíquico. Assim surgiu a conexão entre os Chakras, os centros por onde circula a energia vital tântrica, e a Cabala, que remete ao esoterismo judaico.

Seguindo princípios do Hermetismo, os magos ocidentais também estabeleceram correspondências entre linguagens simbólicas, como a Astrologia e o Tarô, com o desejo e a resposta sexual humana. Assim, encontramos diversos conceitos sobre o uso da sexualidade como meio para expansão da consciência em um conjunto de autores ligados às Ciências Ocultas. Em meio a nomes ligadas à Ordem Rosacruz, como Pascal B. Randolph, à Teosofia, como Helena Blavatsky e Ida Craddock, e autores oriundos da Ordem Hermética da Aurora Dourada, como Dion Fortune e Israel Regardie, as bases da magia sexual são firmadas em uma abordagem que é multidisciplinar por excelência. Mais tarde, o controverso ocultista inglês Aleister Crowley desenvolveria seu próprio sistema mágico-sexual e, entre outras coisas, retrataria estágios do ato sexual em seu Tarô de Thoth. Na mesma época, Austin Osman Spare criaria o conceito de “nova sexualidade”.

É interessante observar que esse resgate de conhecimentos milenares, ocorrido sobretudo entre os ocultistas do século XIX, propagou conceitos que somente receberiam atenção da ciência anos depois. Muito antes da publicação dos relatórios de Alfred Kinsey, considerado por muitos o pai da Sexologia, os magos já propagavam a necessidade da descriminalização de práticas como a masturbação e a homossexualidade. Bem anteriormente a William Masters e Virginia Johnson escreverem sobre a resposta sexual humana, os místicos já haviam relacionado estados de consciência a estágios do desenvolvimento sexual, sensações e fluidos corporais. Mesmo sem o viés científico da fisiologia de hormônios e neurotransmissores, os conceitos baseados em polaridades e arquétipos da magia sexual são de grande valia para trabalhar melhor a sexualidade em homens e mulheres.

Falar então sobre a necessidade de uma abordagem holística para a sexualidade é olhar o indivíduo como um todo. É perceber as conexões entre corpo e psique em um nível profundo, facilitando o caminho terapêutico para aqueles que buscam uma vida afetiva mais prazerosa e feliz – até porque um indivíduo que se conhece bem e está conectado com sua Verdadeira Vontade se relaciona melhor com as pessoas em geral e com seu parceiro afetivo em particular. E significa também associar o embasamento científico da Sexologia moderna a técnicas milenares de expansão da consciência, integrando elos que se dispersaram ao longo da história para gerar resultados mais efetivos.

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Meditação já!

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Quando se fala em meditação, muitas pessoas logo pensam em algo complicado e difícil de aplicar no dia a dia. Mas está enganado quem acredita que meditar é para um grupo especial de pessoas. Trata-se de uma prática bastante acessível que, além de integrar diversas correntes místicas milenares, vem sendo cada vez mais estudada pelas neurociências — que, aliás, estão comprovando sua eficácia para o bem-estar.

Aqui vai o passo a passo de um exercício bem fácil de fazer:

1) Concentre-se na respiração: uma boa dica de meditação para quem quer combater a ansiedade, por exemplo, é inspirar em quatro tempos (contando até 4) até encher completamente os pulmões. Solte também em quatro tempos, até esvaziar totalmente os pulmões. Repita esse movimento quantas vezes achar necessário, mantendo sempre esse ritmo.

2) Use visualizações simples para aumentar a concentração durante a meditação: imagine o ar entrando pelas suas narinas como se fosse um jato de luz branca à medida que você inspira. Então, visualize os pulmões cheios dessa luz. Ao expirar, você pode imaginar o gás carbônico saindo. É simples e funcional.

3) Não se preocupe com os aspectos mais “técnicos” da meditação. Se você conseguir ficar sentado e de olhos fechados, muito bom. Caso não consiga fechar os olhos nas primeiras vezes que você meditar, vá tentando aos poucos. A posição de lótus (sentado, com as pernas cruzadas) é o ideal, mas sentar-se em uma cadeira ou até mesmo se deitar para meditar pode ser um bom começo.

4) Não se preocupe com conseguir manter a mente “vazia de pensamentos”. O cérebro não para mesmo. O que você deve fazer é simplesmente afastar os pensamentos na medida em que eles chegarem, concentrando-se na respiração.

5) Meditar ajuda a aliviar o estresse e o importante é abraçar a meditação já!

Em meu trabalho de Coaching Holístico e de Coaching de Relacionamento e Sexualidade, costumo prescrever diversos exercícios de meditação para diferentes necessidades. Visite essas páginas aqui no site para obter mais informações.

Entrevista para o UOL sobre orgasmo pelo estímulo dos mamilos

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É muito comum em nossa cultura a crença de que o prazer sexual deve estar necessariamente relacionado aos genitais. Na abordagem holística da sexualidade, temos diversas técnicas para ampliar a experiência de prazer durante o ato sexual, já que na sabedoria acumulada ao longo da história, há registros de pontos que concentram energia sexual em todo o corpo, como os chakras. Nesta reportagem para o portal UOL, fui entrevistada para contribuir com essa visão holística milenar que é corroborado por pesquisas científicas atuais.

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Leitura de Tarô no A Tarde é Show, com Nani Venâncio

Virgínia Gaia é astróloga e taróloga do programa A Tarde É Show, da apresentadora Nani Venâncio, na Rede Brasil de Televisão. Assista aqui a uma leitura de Tarô para os expectadores. Vale a pena conferir como que as cartas são uma importante ferramenta para orientação sobre os mais variados assuntos:

Para saber mais sobre atendimentos com Astrologia, Tarô e outras técnicas, clique aqui!

Artigo: “O Conceito de Deus no Tantra”, no jornal O Legado

O conceito de Deus é algo complexo e muito individualizado, mas para os adeptos do Vama Marga Tantra, o Caminho da Mão Esquerda do Tantra, há tópicos sobre esse assunto que são essenciais ao entendimento dessa corrente de pensamento filosófico e místico. Com suas técnicas esotéricas que o conectam com o ocultismo, o Tantra precisa ser também entendido a partir dessa perspectiva. Esse foi o tema do meu artigo publicado no mês de novembro no jornal holístico O Legado. Leia abaixo o artigo na íntegra:

O Conceito de Deus no Tantra

Tantra não é religião, não possui dogmas e tampouco regras rígidas sobre como o conceito de divindade deve ser encarado. Mas uma coisa é certa: a maneira como o conceito de divino é explorado define a vertente tântrica a ser desbravada, especialmente no que tange a sexualidade. Apesar de muita gente ainda associar o Tantra estritamente às suas técnicas sexuais, a identificação filosófica é que define a forma como a sexualidade é vivenciada e não o contrário.

 

Isso porque as duas grandes vertentes do Tantra – o Dakshina Marga, chamado Caminho da Mão Direita, e o Vama Marga, o caminho da Mão Esquerda – diferem radicalmente sobre a origem e o tratamento ao conceito de divindade. Enquanto que o primeiro busca elevar as virtudes humanas a ponto de fundir o ser humano a uma ideia de divindade que estaria em planos superiores, o segundo busca o divino dentro de cada ser humano em um processo de autodeificação. E daí é que advém o uso da sexualidade para expansão da consciência na via sinistra do Tantra.

 

A partir desse conceito é que podemos entender, de fato, o que significam as técnicas para administração do orgasmo. Enquanto que o Dakshina Marga busca a contenção do prazer, o Vama Marga busca a sua exaltação. E isso se dá, entre outros motivos, porque de acordo com o Dakshina Marga, a busca desenfreada pelo prazer seria a fonte de todas as frustrações humanas, afastando o indivíduo do acesso às formas divinas. Segundo essa via destra, o sexo sem orgasmo seria a mais suprema expressão da compaixão e do amor sem desejo, algo almejado pelos praticantes que buscam a união a uma suposta força divina com origem externa à consciência do adepto.

 

Na direção oposta, o Caminho da Mão Esquerda visa a autodeificação, enaltecendo o orgasmo como a suprema expressão dos desejáveis “estados alterados de consciência”. Assim, as práticas tântricas do Vama Marga não são utilizadas para buscar qualquer divindade externa à consciência do praticante. Ao contrário, os deuses são manifestações do inconsciente e, assim, manifestam-se no plano material de forma a modificarem a realidade de acordo com a Verdadeira Vontade do Indivíduo.

 

Em suma, o que podemos comprovar na prática é que o Dakshina Marga e Vama Marga atuam em direções opostas na vida do ser tântrico. Entender esse conceito central no Tantra é a chave para trilhar um caminho de expansão da consciência sem distorções. Esse é um ponto crucial que, aliás, foi absolutamente ignorado por seguidores do Neotantra, a versão revisitada do Tantra que é para lá de equivocada. Neste último, as bases filosóficas tântricas são reinterpretadas em uma versão própria que não se posiciona em nenhuma das duas grandes vertentes do Tantra da Antiguidade.

 

E, se a busca de estados alterados de consciência por meio do Maithuna, o ato sexual tântrico, é uma exclusividade do Vama Marga ou do Caminho da Mão Esquerda, aqui deve ser também incluído o conceito de antinomianismo, o que significa a mais completa quebra de tabus pessoais e sociais. E aqui podemos ver que o Tantra, mais do que uma coletânea de técnicas sexuais é, sobretudo, um caminho filosófico complexo, cujos meandros não podem se resumir a uma mera prestação de serviços supostamente terapêuticos como propõe o Neotantra com suas “massagens”.

 

Viver o Tantra no dia-a-dia e na intimidade de cada indivíduo é o que se propõe com o Vama Marga. A via sinistra é essencialmente experiencial e pressupõe uma busca individual. Esse esforço, aliás, é parte do processo de autodescoberta e de exploração das potencialidades psíquicas individuais. Portanto, esqueça a terceirização e a contratação de prestadores de serviços supostamente tântricos, pois não há meio de expandir a consciência que não parta do esforço pessoal e da disciplina acadêmica.

 

Tornar-se divino, como visa o Vama Marga Tantra, com o uso da sexualidade requer dedicação. Claro que o prazer é enaltecido com finalidades místicas. Entretanto, é vital lembrar que o sexo é o meio e não o fim. Pois o encontro com a própria divindade não pode – e nem deve – ser encarado como mera busca desesperada por sensações imediatas: ele é o passaporte divino para a eternidade.

 

Para visitar a site do O Legado, basta clicar aqui!