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Entrevista sobre Carnaval e Tarô

Estou novamente no blog do colunista social Daniel Oliveira, dessa vez, contando um pouco sobre o convite da Rádio Globo para comentar o desfile da Escola de Samba Gaviões da Fiel, que leva como tema para esse carnaval o tarô e o baralho cigano. Foi uma honra ter sido a taróloga selecionada entre tantos para representar a profissão e poder falar mais sobre o assunto. Fico muito grata pela confiança no meu trabalho.

Para conferir a entrevista na íntegra, basta clicar nesse link!

Artigo: “O Tarô de acordo com o Tantra”, no jornal O Legado

A edição de setembro do jornal holístico O Legado publica mais um artigo meu. Desta vez, o assunto é o Tarô e como o conjunto de 78 cartas utilizado como oráculo é utilizado para os adeptos do Vama Marga Tantra, o Caminho da Mão Esquerda do Tantra. Leia abaixo o texto na íntegra:

O Tarô de acordo com o Tantra:

decodificando o direcionamento da energia vital

 

Um conjunto de símbolos que traduzem o inconsciente humano. Assim poderíamos definir o jogo de 78 lâminas que compõem o Tarô. Para seguidores do Vama Marga Tantra – ou os estudiosos do que no Ocidente ficou conhecido por Magia Sexual – a simbologia contida nos arcanos do Tarô também decodificaria a energia vital do consulente e a forma como esta é direcionada. E desse conceito deriva a efetividade das previsões por meio das cartas.

 

Considerando o conceito filosófico que dá corpo ao Vama Marga Tantra, o chamado Caminho da Mão Esquerda do Tantra, de que a energia vital é análoga à energia sexual acumulada nas sombras do inconsciente, podemos então encontrar a conexão entre o Tarô e a Psicologia. Assim, ao selecionar cartas em uma tiragem de Tarô, o consulente estaria buscando os símbolos que mais se aproximam de como sua energia vital está direcionada para determinado assunto. E essa seleção, aparentemente aleatória, seria exercida com base na Sincronicidade, evidenciando assim um conceito estudado pelo psicoterapeuta Carl Jung.

 

O Tarô seria então a forma mais direta de acessar padrões mentais que influenciam o livre arbítrio do indivíduo. E, diante da possibilidade de trazer à consciência o que estaria preso em seu lado sombra, o consulente pode tomar decisões melhores e até alterar o curso do que está por vir em sua vida. Afinal, a função das artes divinatórias vai além de predizer o futuro, mas está na possibilidade de dar mais subsídios para que o aqui e agora seja melhor direcionado em função dos objetivos de vida do consulente.

 

Esse mecanismo que interliga símbolos, energia vital e sua conexão com sexualidade pode ser aplicado a qualquer baralho de Tarô. E são inúmeras as opções disponíveis aos tarólogos em todo o mundo: do tradicional Tarô de Marselha a jogos inspirados nas histórias em quadrinhos, contos de fadas, diversas crenças e mitologias. Entre todos esses, talvez o mais literal nessa conexão é o Tarô de Thoth.

 

Idealizado pelo controverso ocultista inglês Aleister Crowley e ilustrado pela artista plástica Frieda Harris, o Tarô de Thoth traz símbolos que se repetem em diversas culturas e que remetem ao direcionamento da energia sexual humana. Resultado dos anos de estudos de mitologia e religião comparada de Crowley e de sua passagem por diversas ordens secretas, o Tarô de Thoth reúne conceitos da cabala, estudos da Maçonaria, mitologia egípcia e símbolos que remetem às origens da tradição do Tantra no Oriente.

 

E, diante desse conhecimento, como podemos aproveitar melhor uma leitura de Tarô? Se partimos da premissa tântrica de que todo o universo ao nosso redor se apresenta como reflexo do direcionamento de nossa energia vital e se tivermos o tarô como ferramenta para identificar essa energia, então concluímos que o que se apresenta em uma leitura é um mapa de nosso inconsciente. Cabe a nós então aplicarmos o mesmo conceito para trabalharmos o nosso nível energético, buscando a ampliação de nossa consciência e, assim, nos tomarmos agentes ativos de nosso próprio destino.

 

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Entrevista sobre Astrologia, Tarô e Tantra

Estou no blog do colunista social Daniel Oliveira contando um um pouco sobre o meu trabalho e a minha trajetória como Astróloga, Taróloga e Especialista em Tantra. Além de falar das bases filosóficas do Vama Marga Tantra e sua relação com técnicas esotéricas e holísticas, também contei um pouco sobre a minha participação na 21ª Erotika Fair e a aproximação do Caminho da Mão Esquerda  Tântrico junto ao mercado erótico e sensual.

Virginia Gaia Astrologa Tarologa e Especialista em Tantra

Para conferir a entrevista na íntegra, basta acessar ir a este link aqui!

Artigo: “Tantra, Magia Sexual ou Psicologia?” no Jornal O Legado

Estou na edição de julho do jornal O Legado com um artigo falando das relações e conexões que existem entre os termos Tantra, Magia Sexual e as raízes da Psicologia. Especializado no segmento holístico, o jornal tem circulação gratuita em diversos pontos ligados às práticas holísticas em São Paulo. Segue abaixo o texto na íntegra:

Tantra, Magia Sexual ou Psicologia?

Ao longo da história da humanidade, o uso da sexualidade como meio para expansão da consciência já recebeu diversos nomes. Das tradições tântricas da Antiguidade à difusão da Magia Sexual no ocidente, passando pelo advento da psicanálise e posterior evolução para a psicologia analítica de Carl Jung, podemos encontrar um conceito comum: o de que a energia sexual é o alimento da psique individual. Isso é o fundamento básico do Tantra, é o principal pilar do que se entende por Magia Sexual e também é o ponto de partida da psicanálise.

Hoje, em virtude da banalização que o termo “tântrico” sofreu ao ser aplicado de forma grosseira em qualquer coisa de fundo sexual, pode parecer difícil entender, mas o Tantra está muito mais próximo das técnicas holísticas e da psicologia moderna do que de práticas estritamente sexuais. E no que tange o Vama Marga Tantra, o chamado Caminho da Mão Esquerda tântrico, não podemos esquecer os estudos ocultistas que visam aplicar o uso de oráculos e posicionamentos astrológicos como recursos para melhor direcionamento da energia vital individual que, em última instância, é sexual.

Mas, qual seria o fio condutor que une esses diferentes ramos do conhecimento humano? Para utilizar uma referência mais próxima, partamos da psicanálise. A disciplina criada por Sigmund Freud prega que a energia vital humana tem fundo sexual, em um conceito que ele nomeou de Libido. Segundo o pai da psicanálise, impulsos sexuais mal resolvidos podem resultar em distúrbios comportamentais e neuroses diversas pelo seu mau direcionamento. E esses bloqueios emocionais e psicológicos o indivíduo experimenta não somente na sua sexualidade, como também em todas as áreas de sua vida.

Discípulo de Freud, o psicoterapeuta Carl Jung expandiu o conceito de inconsciente freudiando e fundamentou o que chamou de sombra, o lado mais animalesco da personalidade humana. Aliás, é interessante saber que Jung estudou o Tantra profundamente e até apresentou um seminário inteiro dedicado ao estudo da filosofia tântrica, em 1932, denominado a “A Psicologia da Kundalini Yoga”. E é a partir dessa perspectiva que podemos entender o que de fato significa essa filosofia oriental que coloca a energia sexual como energia vital.

Muito antes do advento da psicanálise, há mais de cinco mil anos, um conjunto de escrituras encontradas na região do Himalaia, denominadas “Tantras”, pregava que a energia vibracional humana é sexual. Chamada de Kundalini, essa energia é descrita simbolicamente como uma serpente adormecida na base da coluna e é responsável por nutrir diversos pontos (sete ao todo) que se estendem ao longo do corpo até a cabeça, denominados Chakras. Para o Tantra, estar bem com a própria sexualidade é condição primordial para a saúde física, emocional e espiritual do indivíduo.

Com foco holístico, as práticas tântricas fazem intenso uso de ritos e símbolos, além de utilizarem recursos oraculares e astrológicos. Partem da sexualidade e da energia sexual de forma geral – e não somente do sexo em si – para desenvolver o autoconhecimento individual. Ao chegar no Ocidente por meio de Ordens Secretas e Iniciáticas, o Tantra passou a integrar os estudos do que se habituou a chamar de Magia Sexual, junto a outras práticas mágicas e sexuais ocidentais da Antiguidade.

“Magia é a ciência e a arte de causar mudanças de acordo com a vontade”, essa é a definição dada pelo controverso ocultista Aleister Crowley, um dos mais conhecidos – porém não único – difusores das práticas sexuais tântricas no Ocidente. Aqui, nesta definição, fica claro que o conceito de Magia vai muito além da materialização de coisas mundanas. Magia é a arte de modificar a realidade a partir do que Crowley chamou de “Verdadeira Vontade” do indivíduo, ou seja, a sua essência, que só terá luz a partir do momento em que este conseguir olhar para a própria sombra, como bem indicou Jung.

Assim, podemos concluir que o Tantra ou a Magia Sexual – independente da nomenclatura empregada – representa muito mais um caminho filosófico e psíquico do que um mero roteiro de práticas sexuais para incrementar o prazer. Pois, segundo estes, a chave para a evolução humana a caminho da Iluminação começa de dentro para fora, com um mergulho no inconsciente como propõe e Psicologia. Afinal, a Magia começa a acontecer a partir do autoconhecimento e não o contrário.

Para ler gratuitamente a edição integral do jornal, basta fazer o download do arquivo em pdf neste link aqui!

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Artigo sobre as tradições esotéricas do Tantra no jornal O Legado

A edição de junho do jornal especializado no segmento holístico O Legado traz um artigo meu sobre o esoterismo atrelado às práticas tântricas na Antiguidade. Confira abaixo o texto na íntegra:

O ESOTERISMO TÂNTRICO: ASTROLOGIA E ARTES DIVINATÓRIAS

COMO FERRAMENTAS PARA O AUTOCONHECIMENTO

Para o senso comum, a prática do Tantra está reduzida a algumas de suas técnicas sexuais. Há também quem o associe com outras técnicas corporais e meditativas que não envolvem a sexualidade em si, mas são poucas as pessoas que conseguem conectar o Tantra da contemporaneidade com sua filosofia abrangente e extremamente esotérica. Com uma visão holística, o Tantra em sua origem prega o uso milenar de recursos divinatórios e de autoconhecimento, como a consulta a oráculos e à Astrologia.

Em primeiro lugar, ao considerarmos o Tantra em suas origens, veremos que ele é muito mais filosófico e místico do que propriamente sexual. De todo o conteúdo das escrituras encontradas na região do Himalaia – os “Tantras”, de onde deriva o nome “Tantra” – apenas 7% tratam de técnicas sexuais. Os demais 93% cobrem uma infinidade de assuntos que vão desde receitas para uma alimentação saudável até complexos estudos astrológicos para a prática de rituais em comunhão com a natureza. O Tantra fala basicamente de autoconhecimento.

Toda essa desinformação em relação aos estudos tântricos talvez seja pelo fato de que os gurus do Tantra da Antiguidade sofreram, durante a Idade Média, uma espécie de “caça às bruxas”, semelhante a que tivemos no Ocidente. Como resultado das repetidas invasões por outros povos, especialmente após a tomada de poder pelos Arianos, a sociedade da época foi dominada pela cultura Védica, que posteriormente formou a base do Hinduísmo. Os que seguiam os pressupostos tântricos passaram então a viver na clandestinidade, já que suas práticas pouco ortodoxas e libertárias desafiavam o status quo. Mesmo assim, algumas das técnicas tântricas sobreviveram ao longo do tempo por meio do Yoga e também pela influência nas religiões orientais como o Budismo, o Taoísmo e até o próprio Hinduísmo, que apesar da orientação Védica também foi influenciado pelo conteúdo dos Tantras.

Nesse jogo de poder e de dominação cultural, a essência dos estudos tântricos foi muito mal entendida e até deturpada. O Tantra é pagão é não está relacionado, portanto, a nenhuma religião. Tem caráter libertário e visa canalizar a energia vital, chamada de Kundalini, para o desenvolvimento espiritual. Apesar de as culturas Védica e Tântrica guardarem semelhanças em relação aos principais deuses e mitos, o Tantra os ritualiza e traz esses arquétipos para a prática, com a união de Shiva (a polaridade luz, masculina e a consciência manifesta) e Shakti (a polaridade sombra, feminina, a energia pura e o que ainda está por se manifestar em forma de consciência) traduzida como uma meta a ser buscada por todos os indivíduos. Esse é um caminho interior, de união dessas duas polaridades, e os recursos para o autoconhecimento – como a Astrologia e uso de oráculos – sempre estiveram presentes, já que estes representam, há milênios, uma maneira de investigar o elo entre o microcosmo humano e o macrocosmo ou o universo a sua volta.

Para distanciar o Tantra de seu caráter esotérico, tivemos ainda outro agravante. Essa busca pela união de Shiva e Shakti se dividiu em dois ramos tântricos com abordagens distintas: o Dakshina Marga, chamado de Caminho da Mão Direita, e o Vama Marga, o Caminho da Mão Esquerda. Enquanto o primeiro fala de uma “união com o divino” e frisa o culto à polaridade Shiva, a segunda enfatiza o conceito de “tornar-se divino”, explorando o aspecto de Shakti, com a investigação dos mistérios do universo. A corrente sinistra do Tantra, o Vama Marga, além de ser a dos tão famosos ritos sexuais, também é a de maior inclinação ocultista, explorando amplamente os estudos astrológicos e as artes divinatórias. Em virtude de seu direcionamento, que se distanciava da religião e frisava a quebra de tabus, infelizmente, o Caminho da Mão Esquerda foi também o que mais sofreu com a perseguição aos tântricos na Idade Média.

Não foi por acaso que, ao chegar ao Ocidente, o Tantra foi incorporado aos sistemas mágicos de Ordens Secretas, Iniciáticas e Maçônicas, sendo estudado junto às tradições milenares ocidentais do que passou a se chamar de Magia Sexual. E, nesse contexto, mais do que rituais sexuais, o Tantra é uma filosofia de autodescoberta, de exploração dos mistérios da natureza, na qual o princípio Hermético do “está embaixo como está em cima” é uma realidade a ser investigada por cada indivíduo, em sua psique e em sua relação com o universo.

Assim, Tantra, Ocultismo e Hermetismo – com suas correspondências e recursos oraculares e astrológicos – ao contrário do que muita gente ainda pode pensar, estão fortemente conectados. E ignorar o aspecto esotérico do Tantra é um erro conceitual dos mais graves.

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ÁUDIO: Entrevista e Horóscopo para a Rádio Globo

Eclipse Lunar, Lua Sangrenta, Alinhamento de Planetas, Cruz Cardinal….Semana agitada no céu e muitas dúvidas no ar!

Nessa entrevista para o Laércio Maciel, no Programa Manhã da Globo, da Rádio Globo, pude esclarecer algumas dúvidas do público sobre o funcionamento da Astrologia, além de falar sobre os acontecimentos astrológicos dessa semana de 14 a 20 de Abril e que devem repercutir ao longo de Maio e Junho.

Para completar, também tem o horóscopo com a previsão para os 12 signos do zodíaco! Para ouvir o áudio, basta clicar no link do vídeo abaixo!

Vênus em Peixes e o Amor que se exalta

Tempos de romantismo exacerbado e amor fraternal. O planeta Vênus entrou no signo de Peixes e lá estará até o começo do mês de Maio. Na Astrologia, quando o planeta do amor, Vênus, está no signo das águas mutáveis, Peixes, dizemos que o planeta está “exaltado”. Isso porque, em Peixes,  Vênus se sente à vontade para manifestar o lado mais sonhador do amor e também a distribuição de afeto incondicional.

Nesse poscionamento, também temos a manifestação do amor mediúnico, daqueles que despertam a telepatia entre os amantes. Sabe aquela sensação de que mais do que um encontro de corpos, estamos vivendo um encontro de almas? Isso é a cara da Venus em Peixes! E esse posicionamento astrológico também remete ao amor em sua forma mais exaltada e impessoal: a compaixão.

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A sonhadora Rainha de Copas do Tarot de Thoth

Pessoas com Vênus em Peixes no mapa natal costumam amar o amor pelo amor. São passionais porque amam ao mundo de forma incondicional e entregue. São também pessoas que sonham muito com o amor e daí vem o risco das ilusões.  A vida amorosa de uma Vênus em Peixes é cheia de cores e amores.

E nessa passagem por Peixes em 2014, Vênus vai se encontrar com o regente Pisciano, Netuno, deixando os devaneios românticos ainda  mais evidenciados, e ainda vai ficar boa parte do tempo em harmonia com o Jupiter, que também está em territórios inundados de emoção, no signo de Câncer. São muitas emoções no céu!

O Tarot de Thoth: Astrologia, Cabala e Tantra traduzidos em símbolos

Idealizado pelo ocultista inglês Aleister Crowley e ilustrado pela artista plástica Frieda Harris, o Tarot d Thoth é um dos mais ricos conjuntos de cartas utilizados para fins divinatórios e de autoconhecimento.  Seus Arcanos trazem correspondências astrológicas e conectam o Tarot com a Cabala Hermética.

Com forte carga erótica e sexual em meio às suas belas imagens, o Tarot de Thoth reflete o simbolismo de Thelema, o sistema mágico criado por Crowley. Suas cartas retratam diferentes estágios da consciência, fazendo referências às práticas de Magia Sexual, o nome pelo qual grande parte das técnicas tântricas ficaram conhecidas quando passaram a ser estudadas pelos ocultistas no Ocidente.

Apesar de ainda ser objeto de controvérsia, é indubitável a contribuição de Crowley aos estudos do chamado Caminho da Mão Esquerda do Tantra.

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O Arcano “O Universo” do Tarot de Thoth

21ª Erotika Fair

Esse é o Tarot que utilizo em todas as minhas consultas e não foi diferente durante a minha participação na 21ª Erotika Fair. O Diário do Centro do Mundo e a sua colunista/blogueira Lasciva estiveram por lá e puderam conferir. Link original para a matéria de cobertura do evento aqui!

Ou então, veja abaixo a reprodução do trecho que fala sobre a leitura de Tarot que ofereci aos visitantes do “Espaço Celebridades”, da Loja do Prazer, onde estive presente  nos quatro dias de feira:

“Tarô erótico

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A astróloga e taróloga Virginia Gaia, que está junto comigo no Espaço Celebridades da Loja do Prazer, usa um baralho de tarô super diferente, com cartas que usam simbologia da sexualidade baseada no Tantra. Ela leu o meu futuro amoroso com a minha atual paixão – mas disse que não parece promissor, humpf!”

Palestra sobre o Ano Novo Astrológico e as previsões para 2014

No domingo, dia 16 de Março, estive no evento Domingo Mistico, no Madame Club, em uma palestra sobre o Ano Novo Astrológico e as previsões da Astrologia para 2014.

A entrada do Sol no Signo de Áries, no dia 2o de Março de 2014, marca o Ano Novo Astrológico, que foi definido a partir do início da Primavera no Hemisfério Norte e do começo do Outono no Hemisfério Sul. Em um ano regido pelo planeta Jupiter, 2014 promete ser um período  de muita fé e de aberturta de novos caminhos para quem souber aproveitar bem a energia do ciclo que se inicia.
O publico que compareceu ao evento pode conferir a análise do Mapa Astrológico que aponta as tendências para o ano todo.

 

AUDIO – Leitura de Tarot na Rádio Globo

Na última segunda-feira, dia 24 de fevereiro, fui convidada pela Rádio Globo para dar aconselhamento para a semana de 24 de fevereiro a 2 de março com base na tiragem de uma das cartas do Tarot. A carta que soreteada foi a “Roda da Fortuna”, o Arcano X do Tarot.

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A Roda da Fortuna no Tarot de Thoth

A entrevista foi ao ar no Programa Gente como a Gente, apresentado pelo Luiz Torquato e pela Vanessa Di Sevo. Confira o audio no video abaixo: