Júpiter em Sagitário e os ideais que ampliam horizontes

Júpiter, o gigante do nosso sistema solar e regente da fé, da expansão, das crenças pessoais e das ideologias na Astrologia, ingressou no signo de Sagitário no dia 8 de novembro de 2018. Sentindo-se em casa no signo do arqueiro até 2 de dezembro de 2019, Júpiter dará, ao longo desses treze meses, uma aula sobre as religiões e os valores sociais que nos afetam coletivamente. Por isso, é hora de acreditar e crescer!

Os ciclos de Júpiter são observados desde a Antiguidade. Levando pouco mais de 12 anos para percorrer todo o zodíaco, o planeta sempre leva atenção especial para o signo por onde está passando. No caso de Sagitário, signo do qual é regente, a sua influência é fortemente notada, já que nesse pedaço do céu o grande líder dos astros manifesta sua força com toda a intensidade.

Expansor por natureza, Júpiter é exagerado e grandiloquente. É também aventureiro e um líder nato que inspira. Regente também das grandes viagens, ele amplia o interesse pela busca por novos horizontes, não somente territoriais como também intelectuais, e daí deriva a sua afinidade com os temas acadêmicos. Com Júpiter em Sagitário, é hora de buscar referência em figuras de autoridade e de destaque social que reflitam coletivamente os mais profundos valores pessoais de cada indivíduo.

Mas esse embalo de dar crédito a quem é carismático e popular também tem seu lado sombrio. Como também rege a religião e as ideologias, Júpiter em Sagitário nos deixa mais inclinados a ilusões. É comum que nesse período a sociedade acabe depositando muitas expectativas em pessoas que parecem poder encantar o mundo exercendo uma autoridade magnética.

Júpiter em Sagitário tem a fé como virtude, mas traz o fanatismo como vício. Amplia o interesse por novas teorias, mas é também inflexível em seus postulados. Encanta multidões com sua generosidade, mas muitas vezes é otimista demais para enxergar as limitações práticas. No signo do arqueiro, esse planeta tão encantador encontra uma grande estrada para ampliar o seu poder.

Sem dúvida, ao longo de 2019, sentiremos a força desse astro tão importante para a Astrologia. O “grande benéfico”, como era chamado na Antiguidade, fará com que tenhamos um período norteado por sonhos e ideais coletivos que podem ampliar a consciência ao mesmo tempo que têm o potencial de ludibriar os incautos. Seja bem-vindo, Júpiter, ao signo de Sagitário: o mundo torna-se pequeno diante de sua nobre grandiosidade.

Saturno em Capricórnio e as mudanças nas estruturas sociais

Saturno em Capricórnio e as mudanças nas estruturas sociais

Saturno em Capricórnio e as mudanças nas estruturas sociais

Tivemos, no dia 30 de abril, um dos mais importantes acontecimentos astrológicos do ano: o planeta Saturno ficou retrógrado no signo de Capricórnio, onde retomará o movimento direto somente no dia 18 de setembro. A retrogradação de Saturno estimula a revisão de planos, abrindo espaço para os acertos necessários. Saturno direto, por sua vez, induz à concretização de projetos com impacto no longo prazo. Esses movimentos são especialmente relevantes porque Saturno está no signo de Capricórnio, do qual é regente.

O espírito de Saturno domiciliado em Capricórnio

Responsabilidade, austeridade e seriedade são algumas das palavras-chave para definir o astral do período em que Saturno, o regente dos ciclos de tempo, passa por Capricórnio, o signo que simboliza a estrutura social. O ingresso de Saturno nos domínios capricornianos aconteceu em dezembro de 2017 e só terminará em dezembro de 2020 com um total de três fases de retrogradação. Por onde passa, Saturno promove transformação e pede novas bases para a construção de projetos e planos de longo prazo.

Em Capricórnio, signo do qual é regente, Saturno encontra o ambiente ideal para manifestar toda a sua força, em uma condição que na Astrologia chamamos de “domicílio”. Seus efeitos são sentidos tanto no plano coletivo quanto no individual, afetando principalmente os capricornianos, pois Saturno transitará pelo seu Sol natal; os cancerianos, que terão Saturno em oposição ao Sol natal, e também os arianos e librianos, que experimentarão uma quadratura de Saturno em relação ao Sol natal. Fenômeno semelhante também acontece com quem tem ascendente, planetas pessoais e pontos importantes do mapa nesses signos.

Mas os efeitos desse importante acontecimento astrológico não estão limitados a um grupo de signos: esse trânsito de Saturno afeta todos os indivíduos, levando atenção a diferentes áreas da vida para cada um. Isso acontece porque todos nós temos Capricórnio em algum ponto do Mapa Natal e, com a passagem de Saturno por essa área, os assuntos relacionados a ela serão transformados, demandando maior responsabilidade e força para enfrentar obstáculos.

A Casa Astrológica por onde Saturno transita em um Mapa Natal passa a evidenciar as restrições e as mudanças necessárias para que as promessas e tendências futuras do tema em questão se realizem. Por isso, para avaliar o impacto individual de Saturno em Capricórnio, é preciso saber em que casa do Mapa Astral ele se encontra. Aliás, o trânsito de Saturno sobre um mapa pessoal é um dos elementos mais importante nas previsões astrológicas.

Impacto social

Coletivamente, Saturno em Capricórnio gera reflexões profundas sobre a política, os governos e as estruturas da sociedade, já que esses são assuntos capricornianos por excelência. Políticas públicas mais duras, autoritárias e conservadoras acabam ganhando espaço na sociedade, que se sente fragilizada e insegura diante de mudanças sociais e comportamentais. Vejamos alguns exemplos de fatos históricos do século XX que ocorreram sob a influência da passagem de Saturno por Capricórnio:

– De 1929 a 1932: as consequências e repercussões econômicas após a quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque, o recrudescimento das políticas de Josef Stalin na ex-União Soviética e a proclamação da República Soviética da China.

– De 1959 a 1961: a construção do Muro de Berlim, a revolução cubana, o movimento pelos direitos civis nos EUA com o fortalecimento de líderes como Malcolm X e Martin Luther King, a chegada do homem à Lua e a comercialização da primeira pílula anticoncepcional.

– De 1988 a 1991: a queda do Muro de Berlim, que gerou a reunificação alemã e a dissolução de diversos regimes comunistas no leste europeu, e a Declaração da Independência da Palestina. No Brasil, a convocação das primeiras eleições presidenciais diretas no processo de redemocratização após a promulgação da Constituição de 1988.

O que esperar e o que fazer

Então, o que esperar desse novo ciclo, que começou no final do ano passado e vai até 2020? Novamente, vemos o mundo polarizado, construindo muros ideológicos, separando pessoas e unindo pensamentos de viés autoritário. Essa talvez seja a face mais cruel de Saturno no campo social: quando mudanças comportamentais resultantes de um espírito de época se evidenciam, a sociedade tende a buscar líderes autoritários e propostas austeras para se reorganizar, dividindo as pessoas em “blocos”, com visões de mundo diferentes entre si e noções distintas do que é mais justo e deve trazer melhores resultados no longo prazo.  Pois essa é a síndrome de Saturno: desconstruir para, depois, colocar cada coisa em seu lugar, custe o que custar.

Tomara que, desta vez, saibamos aplicar com sabedoria as lições aprendidas em períodos anteriores, para podermos fazer escolhas melhores e mais conscientes!  Porque, ainda que inevitável, nem toda mudança saturnina precisa ser difícil e, quanto mais conscientes estivermos dos desafios que ela traz, mais fácil será encontrar a melhor saída, como pessoas e como coletivo.

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O quebra-cabeça da realização pessoal

Imagine a montagem de um quebra-cabeça. Sabe quando juntamos aquelas duas pecinhas iniciais e, a partir disso, fica muito mais fácil montar todo o resto? É essa imagem que você deve ter em mente quando estiver questionando os rumos da sua vida. É claro que todos nós sofremos pressões externas das mais variadas e que, muitas vezes, temos que fazer concessões. Mas pense no que é essencial, no que define os seus valores mais profundos, no seu verdadeiro propósito de vida: é nesse núcleo que você encontrará respostas para todas as suas perguntas e, especialmente, é aí que se esconde o tesouro que conduz à realização pessoal.

O problema é que nem sempre as portas para esse universo interno estão abertas. Mas sabe onde estão as chaves? Em uma palavrinha simples, mas bem mal compreendida: autoconhecimento. Isso porque a jornada rumo à realização pessoal, na maior parte das vezes, se manifesta de forma simbólica, exigindo ferramentas para interpretar esses sinais. E todas estão na caixa de ferramentas do autoconhecimento.

No fundo, essa é a grande história presente no imaginário coletivo que precisa ser traduzida para a sua vida. Pense nos contos de fadas, nas histórias sobre a Pedra Filosofal dos alquimistas, no Santo Graal, nas lendas do Rei Arthur e até na nas mais diversas mitologias da Antiguidade. Há um ponto em comum em todas essas narrativas: para chegar aos seus objetivos, é preciso antes encontrar a si mesmo. É preciso vencer seus medos e estabelecer uma conversa com o seu inconsciente mais profundo. Em suma, é necessário saber o que você quer de verdade, e não o que os outros esperam de você. E isso vale para todas as áreas da vida.

É por isso que gosto muito de um conceito derivado do ocultismo chamado de Verdadeira Vontade. Mais difundida entre os estudiosos de magia, essa ideia compreende vários aspectos que convergem para a ideia de que realizar-se significa ser você mesmo, em uma jornada na qual o universo mostrará os caminhos, ainda que de maneira simbólica. É aquela história de estar no lugar certo e na hora certa, não contando com a aleatoriedade do que as pessoas costumam chamar de “sorte”, mas vivendo sua lenda pessoal. É perceber que, quando você vive o seu mito pessoal, o universo mostra o caminho. Simples assim. É bem mais do que a sorte: é a Verdadeira Vontade.

E que ferramentas estão acessíveis para começar a juntar as peças desse quebra-cabeça da realização pessoal? Os caminhos são diversos, mas algumas práticas milenares já comprovaram sua precisão. A Astrologia é, certamente, uma técnica fantástica por trazer um amplo conteúdo simbólico, que se manifesta em bilhões de combinações diferentes, gerando diferentes mapas astrais, um para cada indivíduo.

Outras práticas, como a meditação e a personalização de pequenos rituais pessoais, além da ajuda de um coach para interpretar os sinais simbólicos, também promovem a conexão interna e ajudam na mudança de padrões mentais e emocionais que podem distanciar o indivíduo de sua essência. Mas o coach será sempre um mediador que ajuda a encontrar respostas que estão dentro de você. Afinal, é você quem vai se realizar – e o que importa é a sua Verdadeira Vontade. A questão é abrir a porta. Uma vez expresso o seu propósito de vida, você logo perceberá que a inércia do universo conspira a seu favor.

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Reportagem sobre estimulantes sexuais para o MdeMulher

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Presentes na vida íntima desde os primórdios da humanidade, afrodisíacos são parte de rituais sexuais milenares. Mesmo nos dias atuais, muito ainda se fala sobre o uso de estimulantes sexuais. Para esclarecer dúvidas e quebrar mitos, fui entrevistada para essa reportagem do MdeMulher, na qual pude falar sobre o papel dos afrodisíacos na sexualidade humana.

Leia a reportagem completa clicando neste link aqui!

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Entrevista sobre Signos, Elementos e Personalidade no “Todo Seu”, com Ronnie Von

Nos últimos anos, a Astrologia ganhou muito espaço na vida das pessoas. Ouvimos falar sobre signos o tempo todo: na mídia, nas conversas informais, nos encontros amorosos e nos mais variados espaços públicos. O risco dessa popularização é que uma interpretação sem o devido embasamento pode transformar uma técnica milenar para orientação, autoconhecimento e previsões em simples estereótipos. Para falar um pouco sobre isso, estive no programa “Todo Seu”, apresentado pelo querido Ronnie Von, na TV Gazeta. Confira abaixo o nosso bate papo:

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Reportagem na revista Bons Fluidos sobre emoções, elementos da natureza e Astrologia

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Arquivo em PDF: Bons Fluidos – Julho de 2018

Equilibrar os elementos da natureza — Ar, Água, Terra e Fogo — no dia a dia é uma tarefa fundamental para a promoção do bem-estar emocional. Partindo da Astrologia, costumo trabalhar muito esses conceitos no meu trabalho de coaching holístico. Falei sobre Astrologia, a relação desse saber milenar com as emoções e dicas para lidar melhor com os quatro elementos no cotidiano nesta reportagem da revista Bons Fluidos.

Para ler o texto completa, baixe o arquivo em formato PDF abaixo da imagem ou clique aqui!

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Astrologia ou Tarô: o que é melhor para você?

Entre pessoas que ainda não fizeram consultas de Astrologia e Tarô, ou que experimentaram só uma dessas técnicas, é comum a dúvida sobre qual delas é a mais adequada a suas necessidades. Para entender como aproveitar ao máximo as possibilidades e os recursos que a Astrologia e o Tarô oferecem, vale a pena discutir as suas diferenças, já que ambas são ferramentas incríveis para autoconhecimento, orientação e previsão.

Partindo da posição dos astros e suas movimentações diárias do céu, a Astrologia oferece uma espécie de bússola para entender padrões inconscientes e ciclos da vida. O mapa astral, que reflete o céu no momento de nascimento, reflete tendências que acompanham o indivíduo por toda a vida, em diferentes áreas: trabalho e carreira, amor e relacionamento, finanças e investimentos, casa e família, saúde e espiritualidade, entre outras. É, em suma, um retrato de quem você é, do seu jeito de ser, das suas qualidades, seus talentos, suas perspectivas na vida — e também as áreas em que você tem mais dificuldade, é claro. Por sua vez, a leitura de Tarô – esse fascinante oráculo composto por cartas, ou lâminas –, apesar de também  abranger todas as áreas da vida e também ser um instrumento de autoconhecimento, espelha o momento presente. Assim, podemos dizer que a Astrologia ajuda você a identificar quem você é, enquanto o Tarô mostra como você está em determinado momento da sua vida.

A natureza das previsões de cada uma das duas técnicas também é bastante distinta. A Astrologia, por meio da análise dos trânsitos sobre o mapa natal, da revolução solar e das progressões secundárias, é muito precisa com datas: é possível apontar meses ou até semanas favoráveis ou desfavoráveis para diferentes áreas da vida. É também possível antever, com muita assertividade, quando ocorrerão acontecimentos importantes, como mudança de trabalho, de casa ou até casamento. O Tarô, por sua vez, é mais imediatista, já que suas previsões costumam compreender um período de até seis meses, em média. Por outro lado, o Tarô é muito mais detalhista: com ele, é possível responder perguntas específicas. Pode-se, por exemplo, comparar diferentes oportunidades profissionais, apontar as possibilidades de entendimento em uma relação afetiva e até revelar o comportamento de outras pessoas em situações de interesse do consulente.

É por isso que costumo dizer que as duas técnicas são igualmente precisas, mas atuam de maneiras diferentes e complementares. A decisão sobre fazer uma consulta de Astrologia ou de Tarô depende, fundamentalmente, dos objetivos da consulta e das necessidades do consulente. Há também quem opte por uma consulta combinada, unindo Astrologia e Tarô. Nesses casos, geralmente recomendo começarmos com a interpretação do mapa astral e suas previsões para posterior complementação com as cartas, no detalhamento de situações complexas.

O universo das técnicas e terapias holísticas é muito rico e variado, oferecendo um amplo leque de opções. Para promover a melhor adequação às suas necessidades na consulta, procure um profissional que possa abordar as diferentes possibilidades de forma transparente e isenta. Se você estiver em dúvida sobre a técnica mais apropriada para o seu caso, explique ao profissional o que você espera da consulta, para que ele possa orientá-lo.